Quem sou eu

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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sábado, 26 de novembro de 2011

Aplicativo no Facebook forma banco de doadores de sangue




Hoje é o Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue, sabia? Se você é um doador regular, faz parte da pequena parcela de 1,9% da sociedade brasileira. Mas, como se sabe, as bolsas de sangue coletadas anualmente no país – ao todo são 3,5 milhões – são insuficientes para atender à demanda. O ideal, segundo o MS – Ministério da Saúde, é alcançar 5,7 milhões de bolsas a cada ano.
Se por um lado todo o dia milhares de pessoas precisam de transfusão de sangue, por outro é muito simples ajudar. Não dói, é rápido e não afeta a saúde. E agora será ainda mais fácil: você pode se voluntariar pelo Facebook, apenas informando seu tipo sanguíneo, idade, cidade, estado e e-mail no aplicativo Banco de Doadores, que fica na página da campanha Doe Sangue*.
Ele foi lançado pelo MS, para facilitar o cadastro de interessados em doar sangue e, claro, aumentar o número de voluntários. Os hemocentros do país terão acesso ao banco de dados e, quando for registrada falta de algum tipo de sangue em determinada região, entrarão em contato com os voluntários. Viu que fácil?
Veja no site do MS* quem pode e quem não pode ser doador, participe da campanha e aproveite para convidar seus amigos – do Facebook e fora dele – a aderir a essa corrente de doadores. Se cada brasileiro doasse sangue duas vezes por ano, diz o MS, não haveria fila de espera para as transfusões. Já pensou se o poder de comunicação e mobilização da rede social ajuda a tornar isso realidade?
(Foto: ec-jpr/Creative Commons)
Fonte: Superinteressante

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