Quem sou eu

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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sábado, 19 de dezembro de 2015

L'œuvre de Copernic enfin rééditée

Recanto do Filósofo: L'œuvre de Copernic enfin rééditée: Par Azar Khalatbari L’œuvre de Copernic, qui a révolutionné les esprits au 16e siècle en plaçant le Soleil au centre du monde, vient p...

sábado, 28 de novembro de 2015

Homenagem ao poeta Nauro Machado em face de sua morte (por Rogerio Rocha)

Minha homenagem ao poeta maranhense Nauro Machado, falecido esta madrugada. Escrito no ano de 2003, imaginava um dia oferecer-lhe como presente ou ler esse poema para ele. Não foi possível. Ainda assim, ficará, desde já, eternizado junto ao seu nome.


Nauro (poema extra)

Nauro, poeta ‘extraordináurio’...
Eu o vejo descendo a pé
A sempre velha Rua de Nazaré...
Os velhos prédios, as velhas pedras
Acenam pra ele no passar infindo.
Leva à mão direita
Um guarda-chuva negro, grande
E pontudo...
Na mão esquerda uma pasta
(que ao poeta nada basta).
Na mão direita seu guarda-chuva
(guarda-preces, guarda-dores, guarda-escárnios),
tal qual bengala, margeia a beira,
feia, fria e dura beira de calçada,
como se escrevesse, como se traçasse,
nela e com ela, uma outra linha,
paralela, imaginária...
ponteando o seu passar.

Nauro desce a Praia Grande.
Seu corpo é um grande copo,
Corpo translúcido, brilhante,
Cabendo no fluxo de um líquido
Profuso que cai no vazio vazante
Do continente, conteúdo que espuma
Da cabeça aos pés e se banha no rio
Do temporário, que o espera sobre
As mesmas mesas dos mesmos bares,
Refúgio presente, pleno sacrário
De tudo que sorve a dor e proclama
Suas relíquias no objeto incendiário.

Nauro, poeta ‘extraordináurio’...
Vejo daqui, desta sacada,
Bem de cima, bem do alto,
Tua cabeça descampada.
Vejo da sacada deste velho casarão.
Tua cabeça é como um vão.
A tua sombra perene,
teus versos enchendo a rua,
subindo aos ares, lambendo o chão,
onde correm passos que varrem
a paisagem, paisagem solene
das pedras que dormem nuas.
Silêncio, silêncio meu poeta!
Estou afeito a curtir pensamentos
Que escrevem mãos caladas.
Vago também pelos vales e valas,
Pelas vagas onde ecoam os berros
De tua voz grave e trágica.
Ecoa no espaço azul do sereno,
Vige ainda no tempo o teu dito.
Oh! poeta, que me ofusca!

Oh! tu, poeta, és quase adivinho,
És quase profeta na encruzilhada.

Tua fala, teu andar desconcertante,
Teu acuro com a essência da palavra,
Prisão ferrenha, destino amargo
e porto incandescente.
Em teu ombro carregas, cansado,
o altar de Apolo.
Mesmo assim, celebras Dionísio.

Oh! tu, amena criatura! Solitário ser
Que transita nossas ruas escuras,
Confiscando as posses desse sítio falido,
Confundindo-se à fauna efêmera
Das desvanecidas multidões,
Que, pouco a pouco, sucumbem
à dilaceração furiosa do teu logos,
semente negra que se espalha
sob os restos de tudo que jaz,
perfumando com ácido aroma
nossa triste e perpétua mortalha.

Dentro de ti, de tua pasta,
Não sei o que carregas.
(Talvez carregue mágoas!)
Talvez nela guardes poemas novos,
poemas velhos, poesias enjauladas...
Na tua pasta (ó, meu poeta!) só cabe a tua alma.
Há pouco espaço para o ser que não és.

Assim vai, descendo o poeta, sempre a pé,
A mais que velha Rua de Nazaré.

Poeta nefasto, poeta nefando...
Música trágica tocando ao fundo,
Qual trilha sonora do meu desencanto.
Uma criatura qualquer, filha das ruas,
Passante sem rumo, o saúda com palavras
Que, à distância, não as ouço dizer,

Vai, rua abaixo, o poeta... sismo ambulante.

Dele saem gotas frias de suor,
Banhando sua carne inquieta,
Sua magnitude metafísica.
Poeta mal-visto, mas poeta que se guarda.
Poeta sem lugar, posto que abarca
O tudo e o nada.

São Luís é pequena... São Luís é parca...
A ilha é pequena, é pouca, esquálida...
Não preenche o vazio de sua estrada,
Pois fenece antes, apodrece em suas mãos,
Sem chegar ao profundo, sem abrir as portas
E adentrar as salas desertas que afloram
no além-palavra.

São Luís, 29/03/03.

Sobre a vida e a morte de Nauro Machado





Tive a honra de participar - em meados dos anos 2000 - de um encontro (na verdade um sarau) com jovens poetas maranhenses, levado pelas mãos de um amigo (também escritor), ocasião em que esteve presente o poeta Nauro Machado (foi quando fui apresentado a ele) e onde pude ler e mostrar-lhe uma de minhas poesias. À época, e nunca me esquecerei, esse grande mestre me honrou com sua generosidade ao elogiar o poema que eu acabara de ler. 

Além dessa, por várias outras vezes encontrei-o a andar pela cidade, geralmente pela parte antiga de São Luís, seu centro histórico. Era uma criatura familiar àquele sítio, confundindo-se mesmo com suas ruas, com as praças, botecos, etc. Ao saudá-lo, como de praxe, me aprazia ouvi-lo responder, de forma sempre carinhosa: "Meu príncipe!" (que era como ele geralmente tratava as pessoas) ou o tradicional "Meu poeta!"

Nauro Machado foi, em minha opinião, o maior poeta maranhense de todos os tempos. Maior até que Gonçalves Dias e Ferreira Gullar (em que pese estes dois terem alcançado reconhecimento e exposição tremendamente maior do que a alcançada por Nauro). 

E falo isso (como sempre falei) não por demagogia ou pelo fato de não o termos mais dentre nós. Falo isso pela densidade, riqueza estilística, pela intensidade e beleza de tudo o que ele produziu. Era um arquiteto das palavras. Um demiurgo da poesia: construindo e desconstruindo coisas e mundos o tempo todo. Sua obra é única, singular (e essencial), tendo alcançado, segundo penso, um patamar de burilamento ontológico incomum. Mas, infelizmente, a maior parte dos nossos conterrâneos pouco ou nada sabe sobre quem era e o teor e importância da obra desse homem, que foi traduzido para o francês, inglês e alemão, escreveu 37 livros e tem ainda obras inéditas que, espero, possam chegar até as livrarias futuramente.

A construção de seus versos, a densidade, a intensidade, o peso dramático, existencial, profético, vivencial, que transborda dos poemas de Nauro Machado, traduzem uma identidade perfeita entre o autor, a vida e a estética do fazer poético. Por isso e muito mais é que esse homem (in)comum, que nos deixou esta madrugada, e que carregava a cidade dentro e fora de si mesmo,  merece ser, por todos os que amam a poesia, eternamente reverenciado. Obrigado, mestre Nauro! Obrigado, meu príncipe! Obrigado, meu poeta!

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

STF pode declarar a vaquejada inconstitucional (por Gabriel Marques)


O recente Informativo do STF, de número 794, divulga o andamento de uma ação que pode trazer profundas alterações em uma prática antiga no Brasil: a chamada “vaquejada”.
Trata-se da discussão sobre a possível inconstitucionalidade da Lei Estadual nº 15.299/2013, editada pelo Ceará, e que buscou regulamentar a prática citada como "manifestação desportiva e cultural" no referido Estado.
O tema envolve uma ponderação polêmica de princípios constitucionais.
A nossa Constituição Federal de 1988 protege, ao mesmo tempo, dois princípios que entram, no caso, em rota de colisão:
  1. proibição dos maus-tratos contra animais, conforme previsão do artigo 225, § 1º, inciso VII, que diz ser incumbência do Poder Público “proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade”;
  2. preservação das manifestações culturais, conforme previsão do artigo 215,caput, e § 1º, que determinam que o “Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais”, protegendo as manifestações das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, e das de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional.
Diante das complexidades evidenciadas pelo caso, caberá ao Supremo Tribunal Federal definir a questão, já que exerce a função de intérprete máximo de nosso Texto Constitucional.
E temos, com isso, um tema extremamente delicado, cuja decisão pode trazer sérias repercussões.
Vale lembrar que o STF já julgou ao menos dois casos famosos envolvendo a contraposição dos princípios mencionados: os célebres casos da “farra do boi” e da “rinha de galo”.
Vejamos, abaixo, ementa contendo o julgamento do caso da “farra do boi” (STF, RE 153531/SC, Rel. Min. Francisco Rezek, DJ 13.09.98):
COSTUME - MANIFESTAÇÃO CULTURAL - ESTÍMULO - RAZOABILIDADE - PRESERVAÇÃO DA FAUNA E DA FLORA - ANIMAIS - CRUELDADE. A obrigação de o Estado garantir a todos o pleno exercício de direitos culturais, incentivando a valorização e a difusão das manifestações, não prescinde da observância da norma do inciso VII do artigo 225 da Constituição Federal, no que veda prática que acabe por submeter os animais à crueldade. Procedimento discrepante da norma constitucional denominado "farra do boi".
Ademais, vejamos, ainda, trecho da ementa de julgado mais recente, desta vez envolvendo a prática da chamada “rinha de galo” (STF, ADI 1856/RJ, Rel. Min. Celso de Mello, Dje 14.10.2011):
A promoção de briga de galos, além de caracterizar prática criminosa tipificada na legislação ambiental, configura conduta atentatória à Constituição da República, que veda a submissão de animais a atos de crueldade, cuja natureza perversa, à semelhança da “farra do boi” (RE 153.531/SC), não permite sejam eles qualificados como inocente manifestação cultural, de caráter meramente folclórico.
Em ambos os casos, a votação do Supremo Tribunal Federal foi, ao final, pela proibição das referidas práticas, já que a Corte entendeu que submetiam os animais à crueldade.
Ocorre que não é o placar que temos, no momento, em se tratando da discussão da vaquejada.
Segundo informação contida no Informativo acima citado, até agora foi proferido voto pelo Ministro Relator, Marco Aurélio, considerando procedente o pedido para, de fato, proibir a prática.
Contudo, após o voto do Relator, mais dois Ministros votaram: os Ministros Edson Fachin e Gilmar Mendes, que entenderam pela improcedência do pedido, argumentando a necessidade de levar em consideração o contexto cultural da vaquejada, diante da realidade da população rural.
De acordo com os Ministros, o caso revelaria intuito distinto da morte praticada aos animais vitimados nos casos da “farra do boi” e da “rinha de galo”, anteriormente proibidos pelo Supremo Tribunal Federal.
Sendo assim, por enquanto temos a seguinte síntese: um voto pela proibição, e dois pela permissão da vaquejada, sendo os autos entregues ao Ministro Roberto Barroso, que pediu vista para, posteriormente, proferir o seu entendimento.
Ainda não sabemos o desfecho do julgamento, mas certamente teremos mais uma decisão empolgante para acompanhar em nosso STF, a evidenciar o seu importante papel na solução de casos de significativa complexidade em nosso Direito.

Qual é a origem dos nomes dos países da América do Sul?

Todos nós conhecemos os nossos vizinhos, ou pelo menos a maioria já ouviu alguma coisa sobre os nossos“hermanos”. Mas muita gente não tem a mínima ideia do significado dos seus nomes.



COLÔMBIA – HOMENAGEM AO DESCOBRIDOR
Catedral Las Jajas – Ponto turístico colombiano
Colômbia significa algo como Terra de Colombo, numa homenagem óbvia ao navegador italiano Cristóvão Colombo (1451-1506), que, como todo mundo sabe, descobriu o continente americano em 1492.


EQUADOR – DIVISÃO IGUALITÁRIA
Equador – Ilha de Galápagos
O Equador foi batizado com o mesmo nome da linha imaginária que atravessa seu território e corta o nosso planeta ao meio. A palavra deriva do latim aequus, ou igual, numa referência à divisão da Terra em duas partes iguais, os hemisférios Norte e Sul.


PERU – POLÊMICA INCA
Vale dos Incas
A origem do nome Peru é controversa, com duas interpretações conflitantes. A primeira afirma que se trata de derivação do nome Birú, um importante chefe inca. Para a segunda, a mesma palavra significa também terra de riqueza e esperança.


BOLÍVIA – HERÓI LIBERTADOR
Simon Bolívar
O general e estadista Simon Bolívar (1783-1830) tornou-se um dos principais heróis sul-americanos ao lutar pela independência de vários países da região, inclusive da própria Bolívia, batizada em homenagem a seu libertador.


CHILE – O FIM DA TERRA
Escultura ao sul de Antofagasta – Chile
Antes mesmo da colonização, o Chile já era chamado assim pelos índios aimarás, que habitavam o norte do país. Na língua deles, a palavra chilli quer dizer onde acaba a terra, referência à posição geográfica do território: o extremo oeste do continente.


VENEZUELA – PEQUENA VENEZA
Venezuela – Rio Caroni
A Venezuela deve seu nome a Américo Vespúcio (1454-1512), explorador italiano naturalizado espanhol. Ao visitar a região, ele encontrou indígenas que construíam suas casas em palafitas sobre as águas do lago Maracaibo, no noroeste do país. Isso o fez chamar o lugar de Pequena Veneza: Venezuela.


SURINAME – ADEUS INDÍGENA
Catedral de Saint Peter e Paul – Suriname
O Suriname tomou seu nome dos índios surinen, habitantes originais da região. Uma lembrança triste, uma vez que, quando os primeiros exploradores ali chegaram, a tribo já havia praticamente desaparecido, expulsa e dizimada por outros grupos indígenas que passaram a ocupar a área.


GUIANA – TERRA DAS ÁGUAS
Foto da Guiana Francesa – St. Laurent du Maroni
A Guiana e sua vizinha Guiana Francesa situadas entre os rios Orinoco, Amazonas e Negro, além de serem banhadas pelo Oceano Atlântico eram conhecidas pelos nativos como guyana, termo que, em seu idioma, significa terra de muitas águas. A Guiana Francesa obviamente leva esse adjetivo por ser possessão da França.


BRASIL – ÁRVORE EM BRASA
Cristo Redentor – Rio de Janeiro
Essa aqui é moleza, hein? Produto de grande importância comercial no século XVI, a árvore de pau-brasil batizou nosso país, onde os colonizadores portugueses encontraram florestas fartas dessa madeira. Brasil quer dizer algo como em brasa, referência à forte coloração avermelhada do tronco, utilizado para fazer corante.


URUGUAI – O RIO É REI
Montevideo – Uruguai
O Uruguai acabou ganhando o mesmo nome que os índios tupis e guaranis haviam dado ao grande rio que atravessa seu território. No idioma deles, a palavra significa rio dos caracóis.


PARAGUAI – CAMPEÕES AQUÁTICOS
Assunção capital do Paraguai
Quando o Paraguai foi descoberto pelos espanhóis, a região era habitada por índios chamados payaguaes. Excelentes nadadores e hábeis navegadores, eles viviam às margens do rio que dava nome à tribo. O termo pode ser traduzido como rabo de mar, rio ornado ou rio que dá origem ao mar mas também identifica um tipo de papagaio.


ARGENTINA – PRATA FARTA
Casa Rosada – Palácio presidencial Argentino

A Argentina impressionou seus descobridores pela grande quantidade de riquezas minerais encontradas em seu solo, principalmente prata. Daí vem seu nome, inspirado em argentum: prata, em latim.

sábado, 3 de outubro de 2015

Documentary "Treasures of the Louvre" (Tesouros do Louvre - BBC)

Documentário "Treasures of the Louvre" (Tesouros do Louvre), da rede BBC. Uma visão panorâmica das grandes obras que esse importante museu francês possui em seu rico acervo. Recomendo a todos que assistam.


terça-feira, 8 de setembro de 2015

Passeio pela Avenida Litorânea - São Luís - MA - Brasil (Pt. 2)

Segunda parte do nosso vídeo de um passeio de carro pela Avenida Litorânea, em minha cidade, São Luís, capital do estado do Maranhão (Brasil), num dia típico de sol. Curtam!

I invite you to accompany me on a car drive through the Coastal Avenue (Avenida Litorânea) in my city, São Luís, capital of the state of Maranhao (Brazil), on a typical sunny day. I hope you enjoy.

Passeio pela Avenida Litorânea - São Luís - MA - Brasil (Parte 1)

Primeira parte do nosso vídeo de um passeio de carro pela Avenida Litorânea, em minha cidade, São Luís, capital do estado do Maranhão (Brasil), num dia típico de sol. Curtam!
I invite you to accompany me on a car drive through the Coastal Avenue (Avenida Litorânea) in my city, São Luís, capital of the state of Maranhao (Brazil), on a typical sunny day. I hope you enjoy.

Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Toquinho e Miucha (Ao Vivo na Itália)

Um registro histórico de uma apresentação de grandes mestrres da música brasileira na Itália.



domingo, 6 de setembro de 2015

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Para John MacAfee o antívirus está fadado ao fracasso



Causou furor (e tem causado ainda) a declaração dada recentemente pelo fundador e ex-CEO da McAfee, uma das mais prestigiadas fabricantes de programas antivírus do mundo, quando afirmou que particularmente não usa nenhum software para se proteger de pragas ou ataques cibernéticos e que pensa mesmo que o mercado nesse setor encontra-se ultrapassado. 

Ainda segundo o excêntrico empresário, a tecnologia por trás dos programas de antivírus é antiga e irrelevante, visto que os crackers e hackers de hoje são mais rápidos do que eles. Opinião esta que é também dividida com outro figurão do ramo, o presidente da Symantec, Bryan Dye, que disse que os programas de proteção fracassaram em sua principal missão: a segurança dos dados de informática.

Apesar de todo o viés sensacionalista que carregam as falas desses dois grandes nomes do mundo digital, tais declarações não chegam a ser nenhuma novidade. Até o usuário mais básico tem noção de que tais sistemas são importantes para a manutenção de certa tranquilidade ao navegarmos no ciberespaço, por exemplo, mas que, ainda assim, nunca foram nem serão (aí entra a dose de achismo meu) cem por cento confiáveis. 

E que,  para além de qualquer parafernália digital, é o comportamento cauteloso das pessoas somado a atenção com os conteúdos que baixam ou executam em sites na internet, por exemplo, que tornarão maiores ou menores os sempre presentes riscos a que estamos expostos.

domingo, 23 de agosto de 2015

Beethoven - 9ª Sinfonia

Não sei se existe perfeição na música, mas se não existir, algo muito perto desse conceito seria uma peça como essa do magistral Beethoven.


domingo, 16 de agosto de 2015

A Síndrome de Estocolmo e a Síndrome de Londres (por Rogerio Rocha)

Você já ouviu falar nas expressões Síndrome de Estocolmo e Síndrome de Londres? Sabe o que significam e em qual contexto são estudadas? 

No post de hoje trago para vocês o vídeo do nosso canal no Youtube onde apresentamos estes dois interessantes fenômenos do comportamento humano. Assistam!


Windows 10: as vantagens do novo sistema da Microsoft [MWC 2015]

domingo, 9 de agosto de 2015

Marwan Rashed: Qu'est ce que la philosophie antique? • Philosophie magazine

Marwan Rashed, professeur de philosophie, de paléographie et de grec ancien, pose la question de la pluralité de la philosophie antique en présentant son histoire.

Vidéo de Marwan Rashed: Qu'est ce que la philosophie antique? • Les vidéos, Marwan Rashed, Philosophie antique • Philosophie magazine

Retirado de Philosophie magazine

domingo, 12 de julho de 2015

BOIZINHO BARRICA - "CAIXINHA DE SEGREDOS"

A cultura popular do Bumba-meu-boi do Maranhão, no sotaque de zabumba.



"If" (Se) - poesia de Rudyard Kipling declamada por Leonardo Goldberg



Se

Se és capaz de manter a tua calma quando
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa;
De crer em ti quando estão todos duvidando,
E para esses no entanto achar uma desculpa;
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
E não parecer bom demais, nem pretensioso;

Se és capaz de pensar --sem que a isso só te atires,
De sonhar --sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas
Em armadilhas as verdades que disseste,
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,
E refazê-las com o bem pouco que te reste;

Se és capaz de arriscar numa única parada
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
Resignado, tornar ao ponto de partida;
De forçar coração, nervos, músculos, tudo
A dar seja o que for que neles ainda existe,
E a persistir assim quando, exaustos, contudo
Resta a vontade em ti que ainda ordena: "Persiste!";

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes
E, entre reis, não perder a naturalidade,
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
Se a todos podes ser de alguma utilidade,
E se és capaz de dar, segundo por segundo,
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
E o que mais --tu serás um homem, ó meu filho! 

If

If you can keep your head when all about you
Are losing theirs and blaming it on you,
If you can trust yourself when all men doubt you
But make allowance for their doubting too,
If you can wait and not be tired by waiting,
Or being lied about, don't deal in lies,
Or being hated, don't give way to hating,
And yet don't look too good, nor talk too wise;

If you can dream--and not make dreams your master,
If you can think--and not make thoughts your aim;
If you can meet with Triumph and Disaster
And treat those two impostors just the same;
If you can bear to hear the truth you've spoken
Twisted by knaves to make a trap for fools,
Or watch the things you gave your life to, broken,
And stoop and build 'em up with worn-out tools; 

If you can make one heap of all your winnings
And risk it all on one turn of pitch-and-toss,
And lose, and start again at your beginnings
And never breath a word about your loss;
If you can force your heart and nerve and sinew
To serve your turn long after they are gone,
And so hold on when there is nothing in you
Except the Will which says to them: "Hold on!" 

If you can talk with crowds and keep your virtue,
Or walk with kings --nor lose the common touch,
If neither foes nor loving friends can hurt you;
If all men count with you, but none too much,
If you can fill the unforgiving minute
With sixty seconds' worth of distance run,
Yours is the Earth and everything that's in it,
And --which is more-- you'll be a Man, my son!

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Dois mil cientistas em Paris discutem soluções para mudança climática



Cientistas de uma centena de países estarão em Paris a partir desta terça-feira (7) para discutir formas de combater as mudanças climáticas, no âmbito de uma conferência intitulada "Nosso futuro comum sob as alterações climáticas".

A cinco meses da conferência de Paris onde se reunirão representantes dos 195 estados envolvidos na busca de um acordo global da ONU para limitar o aquecimento global Unidos, mais de 2.000 especialistas se reunirão esta semana para uma atualização sobre a situação da pesquisa climática.

Ao todo, cerca de 160 sessões e painéis serão organizados na Unesco e no campus da universidade de Jussieu.

O evento será inaugurado na terça-feira por dois franceses climatologistas membros do IPCC, grupo de peritos da ONU sobre o clima, Herve Le Treut e Jean Jouzel, entre outros organizadores desta conferência. Também falarão as ministras francesas da Educação, Najat Vallaud-Belkacem, e Ecologia, Ségolène Royal, assim como a vice-diretora-geral da Unesco, Flavia Schlegel, e o secretário-geral da Organização Mundial de Meteorologia, Michel Jarraud.

As discussões serão encerradas na sexta-feira à tarde pelo diretor interino do IPCC, o sudanês Ismail El Gizuli, os dois presidentes das negociações climáticas da ONU, o americano Daniel Reifsnyder e o argelino Ahmed Djoghlaf, e também com a participação do ministro francês das Relações Exteriores, Luarent Fabius, que será o presidente da COP em Paris.

A comunidade internacional estabeleceu como objetivo limitar em 2°C o aumento do termômetro do aquecimento global, cujo fracasso implicaria impactos graves e irreversíveis segundo os pesquisadores.

Fonte: Notícias UOL

Grandes pontos misteriosos em Plutão intrigam cientistas da NASA



A sonda americana New Horizons, que começou a explorar Plutão para desvendar os mistérios do distante planeta anão e suas luas, acaba de fazer mais uma descoberta: grandes pontos misteriosos foram capturados, em fotos coloridas, na superfície de Plutão.
Os pontos espaçados medem, cada um, 480 quilômetros de diâmetro – o equivalente ao tamanho do estado de Missouri, nos Estados Unidos. Por conta disso, os cientistas não conseguiram detectar suas origens, mas isso pode mudar com a aproximação da sonda ao planeta, que está prevista para o dia 14 deste mês.
Assim que a New Horizons se aproximar de Plutão, a NASA também planeja estudar se há nuvens no planeta. Caso haja, elas poderão ser usadas para rastrear a velocidade e a direção dos ventos do lugar.
Além disso, a NASA divulgou que seu observatório SOFIA e pesquisadores usando telescópios confirmaram que a atmosfera de Plutão não congelou – como muitos acreditavam que aconteceria um dia, impossibilitando uma exploração mais detalhada.
"A atmosfera de Plutão está viva e bem, e não congelou na superfície," de acordo com Leslie Young, cientista adjunta do projeto New Horizons. "Estamos muito satisfeitos!", disse ela no comunicado oficial postado pela NASA em seu site.
Fonte: NASA.

Plataforma online ajuda a descobrir quanto o usuário gastará na próxima viagem



Por Bruna Mesquita, da Info

Antes de mergulhar no processo de planejar uma viagem, é preciso saber se o destino cabe no orçamento ou se o plano B pode ser a opção mais viável para não deixar o tempo livre passar despercebido. Para evitar que o usuário tenha o trabalho de colocar no papel todos os custos de viajar, a plataforma brasileira chamada Quanto Custa Viajar oferece o serviço online de simulador de gastos no local escolhido.
Fundada em 2014, pelos amigos Fabio Yamahira, de 30 anos, Igor Pucci, de 31 anos e Amanda Santiago, de 29 anos, a plataforma oferece o preço médio de viajar para 150 cidades ao redor do mundo. “A ideia surgiu por necessidade própria. Estava organizando uma viagem para a Europa e tive algumas dificuldades no planejamento financeiro, do quanto iria gastar e quanto precisaria levar”, diz Fabio Yamahira, cofundador do Quanto Custa Viajar.
Ao acessar o site, o usuário pode buscar o destino na área de pesquisa ou pelo mapa na página inicial. No resultado, a ferramenta permite selecionar três opções de perfis de viajante: mochileiro, econômico e conforto, para calcular o custo médio da viagem, com valores de passagens, hotéis, alimentação e passeios turísticos inclusos.
Yamahira destaca que a vantagem da ferramenta online é disponibilizar um compilado rápido de um planejamento de viagem para os usuários. “Agregamos todos os custos de uma viagem em uma única página que é fácil de ser visualizada”, afirma. Para manter os valores atualizados, a plataforma realiza atualizações programadas pelo banco de dados e também recebe informações dos leitores sobre os destinos oferecidos.
Além da versão web, o Quanto Custa Viajar também conta com os aplicativos para dispositivos móveis com sistemas operacionais iOS, Windows Phone e Android. A ferramenta é gratuita para os usuários e a rentabilização do serviço acontece por meio de comissões de vendas feitas na plataforma. Para 2015, a empresa espera incluir informações de mais cidades nacionais e internacionais e incluir mais serviços para o usuário planejar sua próxima viagem.
Fonte: INFO

domingo, 28 de junho de 2015

The 20 rules of living in New York

The 20 rules of living in New York

Every New Yorker could use a little etiquette reminder now and again, whether they're recent transplants or born and raised locals. Below you'll find a list of tips and rules for making everyone's life here a little better, from behaving yourself on the subway to handling your pizza.
By Time Out New York contributors, edited by Nick Leftley
1. When you find a great apartment, jump on it.We cannot stress this one enough. Looking for a new place is a difficult, discouraging endeavor, and most people see a lot of shitty places before finding their new home. But if you find that unicorn on Craigslist, or a broker shows you something rent-stabilized that just opened up, take it immediately. Don't take a few days to decide, if it's a good pad, it'll be gone in seconds, and you'll never see another like it.
2. Have a go-to bar. 
It’s a huge city, and new, trendy bars open every day, but you have to have that one local hole in the wall to keep you grounded. Also, it's nice to have a place to go to cry at the bar where they know you well enough to give you a couple on the house. 
3. Look both ways when crossing a one-way street. 
Not only is this generally a safe thing to do, New York cyclists can literally come at you 100mph from any direction. They can probably fall on you from the sky at that speed. Also, just always be aware of surprise bike lanes in general.
4. Master the art of packing for the day.Going home in between work and dinner, or school and happy hour, or whatever items are on your itinerary for the day, is rarely worth it. And because all the events in your life won't take place in a small geographic area (and commuting back to Brooklyn before going on that date doesn’t make any logistical sense), you should just come prepared.
5. Carry cash.It’s just a fact of life that most NYC food trucks and bodegas, and even many restaurants, don’t take cards. Yes, it can be a hassle, and yes, you might wind up paying an ATM fee, but just learn to anticipate it and get cash when you have the chance. There are better things to complain about. 
6. Find the best bagel shop, pizza place and bodega near both your home and work.These things will sustain you when nothing else does. Plus, you’ll be expected to know these things when anyone visits you.
7. Know your history. 
New York is not just about the hot new thing; it’s also about the cool old thing. Scout your neighborhood for restaurants, clubs and cultural institutions that help us stay connected to the city’s storied past, you'll get much more out of the city that way.
8. Find the underdog parks. 
There are so many beautiful spots in NYC outside of Central Park, and they’ll keep you sane. Bryant Park (not exactly underdog, but so pretty!), Fort Greene, Riverside Park and Fort Tryon Park to name a few. Find the one closest to you and enjoy.
9. Know which neighborhood names are real, and which you should never, ever say.Soho, Tribeca, Dumbo—all good. But try BoCoCa, SoHa or SpaHa and WE WILL CUT YOU. 
10. Always tip your barista. 
It makes up a big part of worker’s wages at a lot of New York coffee shops, and if that's not a good enough reason, if you do it regularly enough, you'll taste the difference in your beverage.
11. Master the art of jaywalking.
Part NYC performance art, part vital life skill for anyone not wanting to be late for everything, this is just something you do here. 
12. Eat all the things. There’s really not much point in living in such a diverse culinary city if you’re not willing to at least try everything that’s presented to you.
13. Know the difference between rudeness and plain old New Yorkiness.New Yorkers are actually incredibly friendly and have an innate desire to help—we just don’t have a hell of a lot of time. So before you lose it on someone, learn to tell the difference between a New Yorker (you ask someone for directions and they shout them at you while never slowing their pace) and a rude New Yorker (someone who saves a seat on a crowded subway with a shopping bag). And by all means, feel free to lose it on the latter. What a jerk.
14. Match the speed of the pedestrians around you.Tourists, we love you. You are the best. But for the LOVE OF GOD, if you can’t walk as fast as the rest of us, please step aside. We’ve got places to go, people to see, important brunches to get to. New York speed ain’t easy to keep up with, so don’t feel bad if you can’t, just MOVE. 
15. Always know the cross streets.When it comes to addresses, New Yorkers talk in streets, not building numbers. Your cab driver isn't going to know where the hell 129 West 81st is, so help the guy out and give him those bookending avenues. 
16. Be an efficient line waiter.Do everything in your power to be prepared by the time you get to the front of a line, whether at the grocery store, coffee shop or even in the subway. Get off your phone, have your wallet out, and don’t block the turnstile while fumbling for your MetroCard. The people behind you will thank you (by not murdering you).
17. Learn New York’s bus system.
Don’t be scared of taking the bus. Sometimes, they can get you places a lot faster. And your phone works!
18. Be mindful on the subway.Anything that needs a knife, fork or chopsticks to eat should not be consumed on the subway. The little things go a long way when riding public transport, so take off your backpack, don’t apply makeup or clip your nails, don’t flip your hair in someone’s face and, for the love of God, don’t hold the door open for your friend who has to buy a new MetroCard.
19. Remember to veer right. 
If you and another person are both walking exactly towards each other on the sidewalk, you should both veer right. Or else you’ll end up doing that awful side shuffle thing for 30 seconds, and then you’ll still end up running into each other.
20. Learn to eat and walk.That’s just what we do here, and we’re damn good at it. If you can’t handle walking down the street while folding a pizza slice into your mouth and having a conversation about how terrible your Tinder date was last night all at the same time, you’re not going to make it here, buddy.
*Artigo originalmente publicado no site: timeout.com/newyork 

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