Quem sou eu

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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sábado, 8 de outubro de 2011

Momento filosófico (por Leônidas Hegenberg)

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Leônidas Hegenberg
"Nasce o homem num mundo, numa circunstância interpretada, e passa a contar com os objetos que encontra, segundo a interpretação vigente. Contamos com, e essa é uma das mais elementares relações que mantemos com as coisas. Contamos com a existência da rua, quando abrimos a porta de casa para irmos à escola ou ao trabalho. Contamos com encontrar, no lugar em que vimos ontem, as pedras, as casas e as árvores. Prova disso é a surpresa que provocaria a ausência da rua, o deslocamento das árvores ou o desaparecimento das casas, no momento em que abríssemos a porta. Há, em nosso comportamento, um objeto, alvo de nossa atenção. Atrás dele - sem que disso tenhamos nítida consciência - há um sistema sui generis de relações, em virtude do qual os objetos do contorno se vinculam aos objetos de nossa atenção: contamos com eles, acreditamos que se comportam dessa ou daquela maneira, segundo a interpretação em que nascemos". (Leônidas Hegenberg - filósofo brasileiro)

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