Quem sou eu

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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: VERDADES NECESSÁRIAS





O grito do Ipiranga

No início do século XIX, mais precisamente no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, D. Pedro, o jovem príncipe-regente, inconformado com a condição da política da metrópole em relação ao Brasil, montou em seu cavalo, puxou a espada e erguendo-a, gritou o famoso lema “Independência ou morte!” Foi assim que durante anos nos ensinaram nas escolas. Muito simples se fosse só isso, não é mesmo!

Como sabemos hoje, a história acima não condiz fielmente com o que representou o episódio da nossa independência. Por mais que quisesse, um homem sozinho não teria condições de mudar o contexto político-social de uma nação com um mero gesto de indignação. Na verdade, a independência foi o resultado de uma série de acontecimentos anteriores, bem como de determinadas mudanças ocorridas na sociedade brasileira colonial. Dentre elas um conjunto de condições e forças atuantes (grandes comerciantes, proprietários de terra, camadas médias da população, etc.), cada uma lutando por seus interesses. A ruptura que se deu em 1822 foi, portanto, a conclusão de um processo histórico.