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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Miojo completa 53 anos


    Completando 53 anos nesta quinta-feira (25), o famoso miojo vai bem em qualquer ocasião
    Completando 53 anos nesta quinta-feira (25), o famoso miojo vai bem em qualquer ocasião (Reprodução)
    O famoso, prático e se bem feito, delicioso, lámen instantâneo, conhecido no Brasil como “miojo”, caiu no gosto popular não só pelo variado número de temperos e sabores, mas também pela praticidade de preparo e baixo custo e completa nesta quinta-feira (25), 53 anos de criação.
    O tradicional lámen é uma massa de trigo, servida com caldo de legumes ou carne. Sua versão instantânea, pela rapidez e simplicidade de preparo se tornou sinônimo de praticidade na cozinha.
    Criado para suprir a falta de alimentos no Japão pós-Guerra, pelo empresário de origem taiwanesa Momofuku Ando (1910-2007), o miojo foi a solução para trocar o pão, que na época era distribuído pelos Estados Unidos, pelo macarrão que era um prato que já fazia parte da alimentação japonesa. A ideia deu tão certo que em 2000 foi eleito no Japão, por uma enquete feita pelo Fuji Research Institute, como a maior invenção japonesa do século 20.
    Em terras brasileiras o lámen instantâneo começou a ser produzido em 1965, por uma empresa de imigrantes chineses, chamada Miojo. Nos anos 70 foi incorporada por indústrias alimentícias multinacionais, que mantiveram a associação da marca ao produto, que já era amplamente conhecido do público.
    Atualmente, segundo a Associação Brasileira de Massas Alimentícias (Abima), são consumidas cerca de 180 mil toneladas de massa instantânea no país. 
    Fonte: Acritica.com

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