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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Cientistas descobrem o planeta mais parecido com a Terra já encontrado

Ilustração artística de como pode ser o planeta Kepler-186f. Segundo astrônomos, é o planeta mais parecido com a Terra já encontrado (Foto: NASA Ames, SETI Institute, JPL-Caltech, T. Pyle/AP)
Ilustração artística mostra como pode ser o planeta descoberto
Astrônomos do Telescópio Espacial Kepler anunciaram nesta quinta-feira (17) uma grande descoberta espacial: eles encontraram um planeta extremamente parecido com a Terra, a ponto de gerar especulação sobre a possibilidade de ser habitável e de ter água em forma líquida.

O planeta foi batizado de Kepler-186f, porque ele é o sexto planeta em órbita da estrela-anã Kepler-186. O planeta tem quase o mesmo tamanho da Terra: ele é cerca de 10% maior do que nosso planeta natal. Mas o que mais empolgou os cientistas é que ele está na chamada "zona habitável" – nem tão distante de sua estrela a ponto da água congelar, nem tão perto a ponto da água evaporar. Assim como a Terra, Kepler-186f está a uma distância de sua estrela onde seria possível ter água em sua forma líquida, um pré-requisito para a vida como conhecemos.

Astrônomos acreditam que existam milhões de planetas como a Terra no Universo. O problema é que, como planetas não têm luz própria, e muito difícil identificá-los. Por isso a importância da metodologia usada pelo Telescópio Kepler. Ele identifica primeiro identifica a estrela. Sempre que um planeta passa entre a estrela, a luz recebida pelo telescópio diminui. Calculando essa variação, os astrônomos conseguem descobrir o tamanho e a órbita do planeta.

No caso de Kepler-186f, os pesquisadores já sabem que ele é provavelmente um planeta rochoso – diferentemente dos planetas gasosos como Júpiter e Saturno. Também sabem a duração do ano no planeta: cerca de 130 dias. Mas ainda há muitas informações que o Kepler não consegue identificar, como a gravidade ou atmosfera do planeta.

Fonte: Época online

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