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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

SIMBOLOGIA OCULTA DA BANDEIRA DO MARANHÃO

O pesquisador Eduardo Nunes de Carvalho aborda diversos assuntos sobre os aspectos meta-históricos contidos na simbologia da bandeira do estado do Maranhão.



Ficheiro:Bandeira do Maranhão.svg
Bandeira do Maranhão
Um dos símbolos oficiais do Estado do Maranhão, a bandeira foi instituída pelo Decreto n.o. 6, datado de 21 de dezembro de 1889. Idealizada e criada pelo poeta maranhanse Joaquim de Sousa Andrade (Sousandrade), que sem dúvida se inspirou no pavilhão do Estados Unidos da América.

Suas listras representam a fusão racial que originou a etnia brasileira que são nas cores: vermelho- representando os índios; branco- representando o português; preto- representando o africano.

A estrela branca, contida no retângulo azul no canto superior esquerdo da bandeira do estado, remete a Acrab (estrela da constelação de escorpião), simbolizando o Maranhão no céu do Brasil como Estado da Federação.

Bandeira de São Luís
A história do Brasão d’Armas de São Luís começa em 1926. Em 31 de dezembro daquele ano, o prefeito Jayme Tavares assinou Decreto Municipal que instituía o brasão como símbolo oficial da cidade, uma iniciativa do professor Antônio Lopes da Cunha, membro do Instituto de História e Geografia do Maranhão e da Academia Maranhense de Letras (AML).
O brasão, que hoje também está presente na bandeira de São Luís, segue o modelo francês, como as armas nacionais. O escudo azul representa o estado do Maranhão. Nele está o escudete, que simboliza São Luís, disposto como na localização geográfica no território maranhense. No campo verde do escudete, três flores de lis douradas, símbolo sacro francês. A tríade representa as naus francesas Regente, Charlotte e Saint’Anne da expedição de La Ravardiàre que veio fundar a cidade em 1612.
Na parte inferior do escudete, em campo branco, a quina de escudos presente nas armas de Portugal, para representar a incorporação do Maranhão à América portuguesa. As figuras foram adotadas pelo fundador do reino de Portugal, D. Afonso Henrique (1106 a 1185). Cada um dos cinco escudos, dispostos em cruz, representam a origem cristã do reino e evocam as cinco chagas de Jesus Cristo. Já as cores azul e branco eram distintivo de D. Henrique de Borgonha, conde de Portugal e pai de D. Afonso Henrique.
No campo azul, as sete estrelas dispostas estão relacionadas à literatura da cidade, que em época áurea foi considerada Atenas Brasileira. As estrelas são as mais brilhantes da constelação das Plêides, vistas de olho nu no céu. Na mitologia grega, Plêiades ou Atlântidas são as sete filhas de Atlas e Plêione que, perseguidas pelo caçador Orión, clamam por socorro a Júpiter que as transformam em pombas fixas no céu.
A constelação evoca os sete grandes poetas da época helenística que, no reinado de Ptolomeu Filadelfo (285 a 247 a.C) se constituíram, em Alexandria, numa sociedade literária a que chamaram de Plêiade. No caso de São Luís, representam o Grupo Maranhense que se destacou na história da literatura nacional, sendo eles: Gonçalves Dias, João Lisboa, Odorico Mendes, Gomes de Sousa, Sotero Reis, Henriques Leal e Belarmino de Matos.
O ano 1685 em preto remonta à Revolta de Beckman contra o monopólio do estanco, explorado pela Companhia de Comércio do Maranhão e que terminou com enforcamento do líder da revolta, o lisboeta Manuel Beckman, justificando o listel em vermelho. Sobre a peça, uma coroa mural formada por oito torres – três delas invisíveis, localizadas de fundo – com ameias (aberturas no alto da muralha). A coroa mural em ouro é privativa de cidade capital de Estado.
Brasão do Estado do Maranhão
O Brasão foi criado pelo Decreto n.o. 58, datado de 30 de dezembro de 1905, baixado pelo 1.o. Vice-Governador em exercício Alexandre Colares Moreira Júnior, e mantido pela Lei n.o. 416 de 27 de agosto de 1906, sendo sancionada pelo Governador Benedito Pereira Leite.

É composto por uma moldura dourada que contorna um círculo, sendo que este é dividido em quatro partes: as duas da direita, nas cores verde e amarelo, representam as cores nacionais; já as duas da esquerda retratam a bandeira do estado (parte superior), e o emblema da instrução (parte inferior).

A forma do contorno do escudo é a mesma do escudo da Confederação Suíça, em estilo barroco, tendo na parte superior uma coroa de louros, símbolo da soberania. O modelo original traz a assinatura do desenhista Lucílio. 


Fontes: Meireles, Mário M. O Brasão d’armas de São Luís do Maranhão; Editora Alcântara; 1983.
           Wikipedia

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