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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sábado, 5 de abril de 2014

Novo traje pode evitar degradação do corpo no espaço

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© NASA-Waldie/Divulgação
A vida dos astronautas é desafiadora. Quando estão no espaço, dedicam seu tempo a pesquisas científicas, e na Terra, contribuem para o treinamento de jovens que embarcarão nas viagens espaciais do futuro.
No entanto, os astronautas são expostos a problemas de saúde decorrentes da ausência de gravidade, como a perda de massa muscular e óssea, e alterações no senso de equilíbrio.
Para evitar esses e outros efeitos, pesquisadores do Kings College de Londres, em conjunto com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts e a Agência Espacial Europeia , criaram um traje espacial chamado Skinsuit, que pode combater a perda de massa muscular e óssea durante longas exposições à microgravidade.
Feito de um material leve e maleável, o Skinsuit gera uma tensão gradual desde os ombros até os pés por meio de fios horizontais, semelhantes a um cinto.
O traje simula o ganho de um grama de peso, imitando a atração gravitacional da Terra e o impulso correspondente gerado no corpo humano.
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© Kings College de Londres/Divulgação
No espaço, os astronautas chegam a crescer até sete centímetros porque a gravidade não exerce pressão sobre a coluna vertebral, o que pode acarretar dores nas costas. Mais tarde, quando retornam à Terra, são mais propensos a desenvolver hérnias de disco e precisam fazer exercícios específicos para voltar à antiga forma.
“Na Terra, estamos constantemente resistindo à gravidade; mesmo quando estamos sentados ou caminhando, exercitamos os músculos e os ossos. No espaço, a gravidade não exerce pressão e eles não estão sujeitos às forças naturais de que precisam para continuar saudáveis”, explica Phil Carvill, do Centro de Ciências Aeroespaciais e Fisiologia Humana do King´s College.
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© ESA/Divulgação
Por enquanto, o protótipo está em fase de testes na Agência Espacial Europeia, mas será usado pela primeira vez pelo astronauta Andreas Morgensen em uma missão em 2015, quando sua funcionalidade será avaliada.
Alguns estudos também sugerem que o traje pode ser útil também na Terra, contribuindo para aliviar problemas na parte inferior da coluna.

Fonte: Discovery Brasil Notícias

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