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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

domingo, 20 de outubro de 2013

O misterioso caso da morte dos 9 montanhistas russos

O texto ora apresentado foi baseado no programa do History Channel "Alienígenas do Passado" e trata do caso das estranhas mortes de um grupo de alpinistas russo, em meados do século XX, e que até hoje não obteve explicações claras sobre o que de fato aconteceu naquela montanha. 


O Passo Dyatlov e a Montanha dos Mortos: a macabra morte de nove montanhistas russos.

O caso ocorreu ao norte dos montes Urais na noite de 2 de fevereiro de 1959, na costa leste da montanha Kholat Syakhl, cujo nome significa “Montanha dos Mortos”. Lendas locais já mencionavam o lugar como maligno. Em 1991, um avião caiu no local, onde também morreram nove pessoas.

O grupo formado para uma expedição ao norte das Urais, liderado por Igor Dyatlov, consistia de oito homens e duas mulheres, a maioria estudantes ou graduados do Instituto Politécnico de Ural (atualmente Universidade Técnica Estadual de Ural), mas uma das mulheres não prosseguiu, por problemas de saúde. Todos os integrantes possuíam experiência em excursões de esqui e expedições em montanhas.

Dez dias depois, quando os aventureiros não chegaram ao seu destino, equipes militares de resgate fizeram buscas na área. Encontraram o acampamento abandonado e uma barraca destruída. Investigadores concluíram que a barraca fora cortada e rasgada a partir de dentro, e que os montanhistas pareciam ter fugido apenas de meias ou descalços. Em 26 de fevereiro, as equipes de busca encontraram o acampamento abandonado. A barraca estava arruinada, e um conjunto de pegadas seguiam até a margem de um bosque próximo, estando cobertas por neve após 500 metros. Na beira da floresta, sob um grande e antigo pinheiro, foram encontrados os restos de uma fogueira, juntamente com os primeiros dois corpos, descalços e usando apenas roupa de baixo.

A busca pelos quatro esquiadores restantes levou mais de dois meses. Eles foram finalmente encontrados debaixo de quatro metros de neve, em uma ravina embrenhada na mata próxima. Um inquérito foi aberto imediatamente após o surgimento dos cinco primeiros corpos. Um exame médico não encontrou ferimentos que pudessem ter provocado as mortes, sendo concluído que todos morreram de hipotermia. Um dos corpos apresentava uma pequena fissura no crânio, inicialmente não considerada um ferimento fatal.

O exame dos corpos restantes mudou completamente o cenário. Três deles apresentavam ferimentos fatais, sendo dois com fraturas cranianas e dois com extensas fraturas torácicas. A força necessária para provocar tais ferimentos teria de ser extremamente alta, com um dos especialistas comparando-a à força de uma colisão automobilística. O mais notável é que os corpos não traziam feridas externas, como se tivessem sido esmagados por um alto nível de pressão. Apenas um dos mortos tinha um ferimento externo considerável: estava sem a língua. A análise das roupas identificou que elas continham um elevado nível de radiação.

Os corpos foram descobertos por soldados soviéticos em vários estados que só podem ser descritos como de mutilação. Estavam queimados, alguns expostos à radiação, um deles teve a língua arrancada, e também estavam prematuramente envelhecidos. A pele deles estava laranja e o cabelo estava branco. Constatou-se que uma força desconhecida atingiu os montanhistas, muito seletiva porque não tocou a neve, as árvores, nem nada ao redor.

A explicação oficial foi de que os nove morreram de hipotermia, mas o investigador chefe se recusou a assinar o relatório e preferiu se retirar do inquérito. Um dos chefes foi afastado rapidamente da investigação por ser muito meticuloso e as autoridades queriam abafar o caso. Os corpos foram enterrados em caixões de zinco para que ninguém os visse.

Inicialmente, especulou-se que o povo indígena Mansi poderia ter atacado e assassinado o grupo por invadir seu território, mas as investigações indicaram que a natureza das mortes não suportaria tal tese; apenas as pegadas dos esquiadores eram visíveis, e eles não apresentavam sinais de combate corpo-a-corpo.

Anos depois, membros do grupo de busca deram seu testemunho: Segundo eles, na noite do incidente estranhas esferas alaranjadas pairavam no céu. Lev Ivanov, chefe da investigação, disse durante entrevista em 1990 que, nos meses de fevereiro e março de 1959, diversas testemunhas, incluindo militares e meteorologistas, haviam relatado a visão de “esferas voadoras brilhantes” na área. Ivanov afirmou, na mesma entrevista, que já na época do incidente imaginara haver algum tipo de relação entre os casos.

Evidências sugerem que o grupo foi obrigado a deixar o acampamento durante a noite, quando já estavam dormindo. Embora a temperatura estivesse muito baixa (por volta de -25° a -30°C), com tempestade e rajadas de vento, os mortos estavam apenas parcialmente vestidos. Alguns deles tinham apenas um sapato, enquanto outros usavam somente meias. Outros foram encontrados enrolados em pedaços de roupas rasgadas, aparentemente arrancadas daqueles que já haviam morrido.

O veredito final foi que todos os integrantes do grupo morreram devido a uma “força incontrolável desconhecida”. O inquérito foi oficialmente encerrado em maio de 1959 devido à “ausência de parte culposa”. Os documentos relativos ao caso foram então arquivados, sendo divulgados ao público somente na década de 1990, ainda assim em fotocópias com diversas partes ausentes.

Retirado do site ahduvido.com.br

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