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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

domingo, 30 de junho de 2013

Buffon pega três pênaltis e Itália fica com 3º lugar

Felipe Simões
Do Diário OnLine

Reprodução/TV Globo
Sob o sol escaldante de início da tarde em Salvador, a Itália bateu o Uruguai nos pênaltis e conquistou o terceiro lugar da Copa das Confederações de 2013. Depois de um empate em 2 a 2 no tempo regulamentar e na prorrogação, Buffon brilhou e pegou três pênaltis na disputa na Arena Fonte Nova para garantir a vitória da Squaddra Azzurra.
jogo
Devido ao forte calor, as duas equipes procuraram de poupar no início da partida. Sofrendo mais que os uruguaios, os italianos não faziam nenhuma questão de acelerar o jogo, buscando jogar na área sombreada do gramado da Fonte Nova. Já a Celeste Olímpica atacava rapidamente, muitas vezes se utilizando de lançamentos.
Em um deles, Cavani foi derrubado nas proximidades da área. Forlán cobrou rasteiro e exigiu boa defesa de Buffon.
A Itália chegou pela primeira vez aos 15 minutos. De Sciglio foi à linha de fundo e cruzou na região da marca do pênalti, onde Candreva chegava embalado. O meia bateu no canto, mas Muslera conseguiu defender.
Com 24 minutos, a Itália abriu o placar em um lance inusitado. Diamanti sofreu uma falta pela direita do ataque, próximo à lateral, que ele mesmo bateu. A bola tocou o travessão e, para infelicidade uruguaia, bateu na cabeça de Muslera e Astori completou para o fundo das redes. Inicialmente, gol foi creditado a Diamanti, mas a Fifa corrigiu a informação, pois a bola ainda não havia ultrapassado totalmente a linha do gol antes da conclusão do zagueiro
O Uruguai tentou reagir com Suárez, que foi lançado na área e bateu forte, exigindo ótima defesa de Buffon.
Aos 32, El Shaarawy recebeu pelo meio e chutou com força, obrigando Muslera a espalmar para escanteio. A Itália, apesar de se preservar mais, levava perigo à meta uruguaia. Já os sul-americanos chegavam com menos frequência ao ataque, errando, principalmente, o último passe.
Com 36 minutos, o Uruguai chegou com perigo. Cavani deu belo passe pelo meio para Maxi Pereira. O lateral girou e bateu no canto, mas o goleiro italiano foi buscar.
Se o primeiro tempo começou morno, o segundo não foi de bom nível. Desgastadas, as duas equipes diminuíram o ritmo da partida.
O primeiro lance de perigo foi aos 13 minutos – justamente o gol de empate do Uruguai. Suárez avançou pelo meio e tocou para Cavani na esquerda. O atacante do Napoli chutou com categoria no canto esquerdo de Buffon para igualar o marcador.
E o Uruguai continuava pressionando. Com 22 minutos, Forlán escapou pela esquerda e chutou forte, para defesa de Buffon. A bola voltou para o uruguaio, que emendou de primeira. O goleiro italiano esticou o pé esquerdo e fez um milagre na Fonte Nova pare evitar a virada da Celeste.
Mesmo não vivendo bom momento na partida, a Itália ampliou o placar em outra bola parada. Agora, ninguém tiraria o gol de Diamanti, que cobrou com excelência uma falta da entrada da área uruguaia.
A vantagem durou pouco – cinco minutos depois, em outra bela cobrança de falta, Cavani bateu forte e contou com uma ajuda de Buffon, que poderia ter defendido a cobrança, para empatar a partida.
Já sem pernas, as duas equipes não conseguiram criar mais nenhum lance de perigo e a partida foi para a prorrogação.
No primeiro tempo extra, as únicas duas chances foram criadas pelo Uruguai. Aos 10, Suárez entrou sozinho pela área, mas demorou a finalizar e saiu com bola e tudo. Com 12 minutos, Cavani recebeu pelo meio, mas na hora de finalizar, foi travado pela zaga.
O lance de destaque da segunda etapa da prorrogação foi a expulsão de Montolivo, que cometeu uma falta em Suárez e recebeu o segundo cartão amarelo.
Nas penalidades, Buffon brilhou e pegou pênaltis de Forlán, Cáceres e Gargano e garantiu o terceiro lugar para a Itália.
FICHA TÉCNICA
URUGUAI 2 (2) X (3) 2 ITÁLIA

URUGUAI: Muslera; Maxi Pereira (Álvaro Pereira), Lugano, Godín e Martín Cáceres; Arévalo (Diego Pérez), Gargano e Cristian Rodríguez (González); Cavani, Suárez e Forlán.
Técnico: Óscar Tabárez

ITÁLIA: Buffon; Maggio, Astori (Bonucci), Chiellini e De Sciglio; De Rossi (Aquilani), Montolivo, Candreva e Diamanti (Giaccherini); El Shaarawy e Gilardino.
Técnico: Cesare Prandelli

GOLS
Itália: Astori (24’) e Diamanti (73’)
Uruguai: Cavani (58’ e 78’)

CARTÕES AMARELOS
Uruguai: Maxi Pereira (8’) e Suárez (61’)
Itália: Chiellini (55’) e Montolivo (82’ e 110’)

CARTÃO VERMELHO
Itália: Montolivo (110’)

Local: Arena Fonte Nova, Salvador, Bahia
Árbitro: Djamel Haimoudi (ALG)

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