Quem sou eu

Minha foto

Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

90% dos moradores de favelas no Rio têm acesso à internet


Relatório aponta a inclusão digital de jovens de 15 a 28 anos em locais como o Complexo do Alemão

por Redação Galileu

Editora Globo
De acordo com as pesquisas, o acesso a internet permite que jovens também criem seus próprios produtos culturais // Crédito: Michel Filho/ Agência O globo

Uma pesquisa feita com jovens das comunidades de da Cidade de Deus, da Rocinha, da Penha e de Manguinhos, no Rio de Janeiro, revela que 90% deles têm acesso à internet.
O trabalho, feito pelo projeto Solos Culturais, criado pelo Observatório de Favelas com a Secretaria de Estado de Cultura do Rio, também mostrou que a rede também é usada por estes jovens para baixar filmes, músicas e áudio, incentivando a transmissão e a produção cultural. O estudo apresenta dados interessantes em relação à inclusão digital, já que boa parte das áreas pesquisadas fica em zonas pacificadas pela força policial, recebendo computadores vindos do próprio governo do estado.
Essa pesquisa será divulgada em um livro do projeto Solos Culturais, distribuído gratuitamente pela Secretaria de Cultura do Rio, e deve trazer uma investigação mais profunda sobre o envolvimento de adolescentes e jovens adultos na produção cultural de suas comunidades.
Fonte: Revista Galileu

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Participe do nosso blog, comentando, sugerindo e deixando o seu recado.

Postagens populares

Total de visualizações de página

Páginas