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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

domingo, 26 de agosto de 2012

Falso aplicativo do WhatsApp engana usuários no Facebook

O golpe parece ter como objetivo principal conseguir acesso a informações pessoais. Se você receber o convite de algum conhecido, bloqueie e denuncie como spam

Está circulando pelo Facebook um falso aplicativo de mensagens WhatsApp que, aparentemente, contém código malicioso com o objetivo principal de obter informações pessoais dos usuários.

A solicitação é enviada por alguém da sua lista, tornando o golpe “confiável”, atraindo ainda mais vítimas. Vale lembrar que o WhatsApp não possui um aplicativo oficial na rede, apenas uma FanPage com informações sobre o produto.

Segundo Robin Wauters, editor do The Next Web e um dos usuários que recebeu a solicitação nada amigável, o app convida a vítima a experimentar o WhatsApp para Facebook. Depois, o golpe redireciona o usuário para uma página do aplicativo.


O aplicativo solicita acesso a informações básicas do usuário

Como podemos constatar acima, a interface do convite parece autêntica, exceto pela URL esquisita na caixa de endereços, o baixo número de usuários e o fato do nome estar grafado de forma errada – aparece Whatsapp, sem o “A” maiúsculo.

“Será que eu deveria citar que a primeira pessoa que inicialmente me enviou a solicitação no Facebook foi alguém que trabalha para a companhia de antivírus e segurança da internet, a Kaspersky Lab? Eu deveria, porque isso é meio embaraçoso e mostra que qualquer um pode cair na armadilha”, escreveu Wauters. “Se valer de algo, essa pessoa me disse que nunca chegou a aprovar nada (embora ele também não esteja 100% seguro disso).”

Se você por acaso receber esse convite, bloqueie imediatamente e denuncie como spam.

Fonte: http://seumicroseguro.com/

 

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