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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Menino de 8 anos acha tesouro nauseante na praia: vômito de baleia

Reprodução/Daily Echo
O menino, a rocha, a grana. Atire a primeira pedra quem nunca sonhou em topar com a sorte desse jeito
O menino, a rocha, a grana. Atire a primeira pedra 
quem nunca sonhou em topar com a sorte desse jeito



"Chamai-me Ismael" é o 1º parágrafo de Moby Dick, clássico da literatura e popular segurador de portas. O autor do livro, Herman Melville, não ganhou fama nem notoriedade com a obra quando ela foi publicada (1851). Quem sabe se ele tivesse chamado o Hugo?!
Talvez Melville estivesse nadando em dinheiro agora. Pelo menos, foi assim com um garoto no Reino Unido, segundo um jornal local. Charlie Naysmith, 8, passeava com os pais em uma praia ao sul do país, mas tinha uma pedra no meio do caminho. Recapitulemos: no meio do caminho tinha uma pedra™ (retuitado de Drummond de Andrade).
Quando esbarrou na rocha, o menino a guardou com ele, pensando se tratar apenas de uma pedra bacana. Acontece que a rocha, o pai do garoto descobriu perguntando à internet, era vômito de baleia endurecido.
Claro que é nojento, tchan!, mas vale uma pequena fortuna, coisa de até 40.000 libras esterlinas (quase R$ 130.000). A substância vale muito porque, após anos de praia e exposição ao sol, endurece e pode servir para prolongar o aroma de perfumes (isso está em algum lugar das trocentas páginas de Moby Dick, aliás.)
Segundo o jornal Daily Echo, quem revelou a história, o garoto ainda vai ver o que faz com a grana. A ideia inicial seria construir um abrigo para animais.
Moral da história, que não é de pescador, mas sim de peixe grande: cuidado com o que você chuta por aí, ou numa dessas sua sorte pode morrer na praia.

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