segunda-feira, 2 de julho de 2012

Cientistas americanos encontram provas de que a ‘partícula de Deus’ existe


Fermilab vê indícios promissores da existência do Bóson de Higgs, enquanto comunidade científica aguarda o anúncio de quarta-feira do Cern, na Suíça

 CERN
Imagem mostra candidato a bóson de Higgs contendo dois fótons de alta energia (representados por torres em vermelho). As linhas amarelas são as trajetórias de outra colisão
Físicos do Laboratório Nacional Acelerador Fermi, vinculado ao Departamento de Energia dos Estados Unidos, anunciaram nesta segunda-feira (2) que encontraram a mais forte evidência até agora da existência de um corpo subatômico conhecido como "partícula de Deus", ou bóson de Higgs.
A evidência surgiu com subprodutos da colisão de partículas no acelerador americano Tevatrondisseram os cientistas. "Nossas informações apontam fortemente para a existência do bóson de Higgs, mas precisamos dos resultados dos experimentos do Grande Colisor de Hádrons (LHC ou acelerador de partículas) na Europa para confirmar uma descoberta", declarou Rob Roser, porta-voz do laboratório nacional americano Fermilab (Fermi National Accelerator Laboratory), no estado de Illinois (norte). Os resultados do LHC serão anunciados na quarta-feira (4).
Os resultados do Tevatron indicam que a partícula de Higgs, se é que existe, tem uma massa entre 115 e 135 gigaeletronvolts (GeV/c2), em torno de 130 vezes a massa do próton.
Baseado em dois experimentos, conhecidos como CDF e DZero, a equipe de especialistas descobriu que há apenas uma chance em 550 de que o sinal encontrado seja meramente um acaso estatístico.
No entanto, a importância estatística do sinal, de 2,9 sigmas, não é suficientemente forte para atingir o limiar requerido de cinco sigmas para afirmar que uma partícula foi descoberta.
"Demos um passo crucial na busca pelo bóson de Higgs", declarou Dmitri Denisov, porta-voz do DZero e físico do Fermilab.
"Ninguém esperava que o Tevatron conseguisse isso quando foi construído na década de 1980".

Enquanto isso, em Genebra...
No entanto, após décadas de pesquisa e bilhões de dólares investidos, pesquisadores do Cern, responsável pelo LHC, ainda não estão prontos para dizer que descobriram de fato a partícula.  Especialistas familiarizados com a pesquisa do Cern dizem que os dados obtidos vão mostrar vestígios do bóson de Higgs, provando que ele existe, mas não permitindo afirmar que ele foi efetivamente visto.
O LHC mostrou uma possível faixa do bóson de Higgs entre 115 e 127 gigaeletronvolts (GeV).
O GeV é a medida padrão para a massa das partículas subatômicas. Um GeV é equivalente a massa aproximada de um próton.
Os experimentos realizados nos Estados Unidos se aproveitaram desses resultados, ainda que analisando uma faixa um pouco maior.
Cientistas sêniores do Cern afirmam que as duas equipes que planejam apresentar os resultados do trabalho nesta quarta-feira (4) estão tão fechadas que é impossível saber de alguma coisa sobre a descoberta.
“Eu concordo que qualquer observador de fora diria que ‘isto parece como uma descoberta’”, disse à AP o físico teórico John Ellis, professor da King's College London, que tem trabalha no Cern desde 1970. “Nós descobrimos alguma coisa que é consistente para ser o bóson de Higgs”.
A partícula de Higgs recebeu este nome após o físico Peter Higgs, que, entre outros físicos na década de 1960, ajudou a desenvolver o modelo teórico que explica por que algumas partículas têm massa e outras não, uma etapa importante para entender a origem do Universo. Para físicos de partículas, encontrar o bóson de Higgs seria essencial para confirmar este modelo teórico, e e, consequentemente, como o universo foi formado.

Equipes em busca do bóson de Higgs 
Apenas grandes colisores de partículas como o Tevatron do Fermilab - que teve as atividades encerradas em setembro de 2011 – e o LHC têm a chance de produzir a partícula de Higgs. Cada uma das duas equipes conhecidas como ATLAS e CMS envolve milhares de pessoas que trabalham de forma independente para garantir a precisão.
Rob Roser, que lidera as pesquisas sobre o bóson de Higgs no Fermilab, em Chicago, afirmou que os físicos de partículas têm um padrão muito alto para o que é preciso e para o que é considerado uma descoberta.
Roser compara a os resultados que os cientistas vão anunciar na quarta à descoberta de marcas fossilizadas de um dinossauro. “Você vê as pegadas e as sombras do objeto, mas não o vê de fato”, disse à AP.
Cientistas com acesso para os novos dados do CERN dizem que eles mostram um alto grau de certeza de que o bóson de Higgs já pode ter sido vislumbrado e que, oficialmente, combinando os resultados separados de ATLAS e CMS, pode-se argumentar que uma descoberta efetiva está muito próxima.

"É um verdadeiro suspense", afirmou o porta-voz do DZero, Gregorio Bernardi, físico do Laboratório de Física Nuclear e de Alta Energia da Universidade de Paris VI e VII. "Estamos muito empolgados com isso" 
(Com informações da AP, AFP e Reuters)

CD traz poemas de Ferreira Gullar


Gravado pela “Luz da Cidade”, CD reúne poemas do poeta Ferreira Gullar.
Com repertório escolhido pelo próprio escritor, grande parte da seleção dos 29 poemas recitados por Gullar pertencem ao livro “Em alguma parte alguma” (Editora Olympo, 2010), eleito “O Livro do Ano” de ficção, em 2011, na 53ª Edição do Prêmio Jabuti.
O álbum tem apresentação do poeta Antônio Cícero e projeto gráfico de Pedro Drummond, neto de Carlos Drummond de Andrade.
Considerado um dos fundadores do neoconcretismo, Ferreira Gullar, além de escritor, também é biógrafo, ensaísta e crítico de arte.
Fonte: revistacult.uol.com.br

domingo, 1 de julho de 2012

Jovens mexicanos se mobilizam por basta aos candidatos 'escolhidos pela TV'


Trânsito, buzinas, gente caminhando apressada. Parecia uma manhã normal na movimentada praça Ángel de la Independencia, na Cidade do México, na última quarta.

Até que, debaixo da grande estátua, três jovens tiraram o casaco e mostraram camisetas que diziam: "#Yo Soy 132" (eu sou 132). Depois, começava a acontecer o mesmo em outros pontos.
Duas meninas chegaram de moto. Debaixo das jaquetas, traziam os mesmos dizeres.

"Estamos chegando disfarçados para desviar das passeatas dos outros grupos. Somos apartidários", disse à Folha Alejandra Gonzalez, 23, estudante de direito da Universidade Nacional Autônoma do México.
O movimento começou há pouco menos de dois meses, quando um grupo de estudantes realizou um protesto contra Enrique Peña Nieto.
Mario Guzman-10.jun.2012/Efe
Estudantes usam máscaras do líder de pesquisas Peña Nieto em protesto contra o candidato favorito à Presidência do México
Estudantes usam máscaras do líder de pesquisas Peña Nieto em protesto na Cidade do México

O candidato reagiu, dizendo que não se tratava de estudantes verdadeiros. Eles, então, responderam gravando um vídeo em que apareciam 131 deles mostrando suas credenciais de universitários e convocando a quem quisesse ser o "número 132".
Entre suas bandeiras principais, estão o repúdio à volta do PRI ao poder e a demanda pela democratização dos meios de comunicação. Têm na Televisa o maior inimigo.

Edgard Garrido - 14.jun.12/Reuters






Peña Nieto (à dir.), candidato do opositor PRI (Partido Revolucionário Institucional), cumprimenta ex-chefe da Polícia Nacional da Colômbia Oscar Naranjo na Cidade do México
"Basta de dominação e de ter os presidentes que a TV escolhe por nós", diz Sandino Bucio, 22, estudante de filosofia e cinema.
"Por muito tempo se disse que a juventude mexicana tinha se americanizado. Essa nova geração mostra que não é assim, que o espírito do México crítico e revolucionário segue vivo", afirma o sociólogo John Ackerman.
Em suas manifestações, os jovens evocam o passado de lutas do país, a Revolução Mexicana de 1910 e movimentos sociais como o villismo e o zapatismo.

Fonte: www1.folha.uol.com.br


A ascensão do popularismo virtual e a falta de líderes reais


  • Reprodução
    Dilma volta ao Twitter
    Dilma volta ao Twitter
Por Thomas Friedman
Viajando pela Europa na semana passada, parecia que quase toda conversa terminava com alguma modalidade desta pergunta: por que existe a sensação de que poucos são os líderes capazes de inspirar as pessoas a fazer frente aos desafios na nossa era? Existem diversas explicações para esse déficit de liderança global, mas eu vou me concentrar em dois: uma é de natureza geracional e a outra de natureza tecnológica.
Comecemos pela explicação de natureza tecnológica. Em 1965, Gordon Moore, cofundador da Intel, propôs a chamada Lei de Moore, segundo a qual o poder de processamento capaz de ser inserido em um único microchip dobraria a cada período de 18 a 24 meses. Isso tem de fato ocorrido sistematicamente desde àquela época. Ao ver as lideranças europeias, árabes e norte-americanas às voltas com as suas respectivas crises, eu me pergunto se não existiria um corolário político da Lei de Moore: a qualidade da liderança política diminuiria com o surgimento de cada conjunto de 100 milhões de novos usuários do Facebook e do Twitter.
A conexão mundial por meio da mídia social e de telefones celulares dotados de recursos para navegação pela web está modificando a natureza da conversa entre líderes e liderados em todas as regiões. Nós estamos passando de uma estrutura baseada fundamentalmente em conversas unilaterais – de cima para baixo – para discussões que ocorrem preponderantemente nos dois sentidos – de cima para baixo e de baixo para cima. Isso tem várias consequências: mais participação, inovação e transparência. Mas seria possível que houvesse algo como um excesso de participação? Ou seja, que os líderes passassem a escutar uma quantidade de vozes tão grande e a acompanhar um número tão excessivo de tendências que eles acabassem vendo-se prisioneiros dessas vozes e tendências?
Esta sentença estava na edição da última quarta-feira do jornal "The Politico": "As campanhas de Obama e de Romney passam o dia inteiro atacando-se mutuamente no Twitter, e ao mesmo criticam a falta de ideias sérias para uma época séria. Mas na maioria das vezes em que tiveram a oportunidade de pensar grande, elas preferiram pensar e agir com pequenez".
De fato, eu escutei uma nova palavra em Londres na semana passada: “Popularismo”. Essa é a ideologia predominante da nossa época. Ler as pesquisas, acompanhar os blogues, contar as mensagens no Twitter e no Facebook e ir precisamente para onde as pessoas se encontram, e não para onde elas precisariam ir. Se todo mundo está “seguindo”, quem está liderando?
E há também o fator exposição. Atualmente todo indivíduo que tem um telefone celular é um paparazzi; todos os que possuem uma conta no Twitter são repórteres; e todos os que dispõem de acesso ao YouTube são cineastas. Mas quando qualquer um é um paparazzi, repórter e cineasta, todos os demais são figuras públicas.

E, se o indivíduo é de fato uma figura pública – um político – o escrutínio poder tornar-se tão desagradável que a vida pública passa a ser algo a ser evitado a todo custo.
Alexander Downer, ex-ministro das Relações Exteriores da Austrália, me disse recentemente: “Vários líderes estão agora, mais do que nunca, sendo alvo de um escrutínio maciço. Isso não desencoraja os melhores deles, mas o ridículo e a interação constante por parte do público estão fazendo com que seja cada vez mais difícil para eles tomar decisões sensíveis e corajosas”.
Quanto à mudança geracional, nós passamos de uma Grande Geração que acreditava na poupança e no investimento no futuro para uma geração Baby Boomer que acreditava em contrair dívidas e gastar diariamente. Basta comparar George W. Bush com o pai dele, George H.W. Bush. O pai apresentou-se como voluntário para lutar na Segunda Guerra Mundial imediatamente após o ataque a Pearl Harbor, desenvolveu a sua liderança durante a Guerra Fria – uma época séria, na qual os políticos não podiam simplesmente seguir as pesquisas – e, como presidente, elevou impostos quando a prudência fiscal recomendava esta medida. Já o seu filho da geração Baby Boomer evitou o serviço militar e tornou-se o primeiro presidente da história dos Estados Unidos a reduzir impostos em meio a não apenas uma, mas a duas guerras.
Praticamente todos os líderes atuais têm que pedir aos seus povos que façam sacrifícios, em vez de apenas oferecer-lhes benefícios, e que estudem mais e trabalhem com mais inteligência apenas para não sofrerem uma redução do padrão de vida. Isso exige uma liderança extraordinária que tem que começar pelo hábito de se falar ao povo a verdade.
Dov Seidman, autor do livro “How”, e cuja companhia, a LRN, presta assessoria sobre liderança a diretores executivos de empresas, há muito chama atenção para o fato de que “nada inspira mais as pessoas do que a verdade”. A maioria dos líderes acha que dizer a verdade ao povo os torna vulneráveis – tanto ao povo quanto aos seus oponentes. Mas eles estão equivocados.
“O mais importante em relação a dizer a verdade é que isto de fato gera vínculos positivos com o povo”, explica Seidman. “Isso porque, quando você demonstra confiança nas pessoas, dizendo a elas a verdade, elas passam a demonstrar uma confiança recíproca”. A falta de transparência por parte dos líderes faz apenas com que os cidadãos tenham um outro problema – mais opacidade – a atrapalhá-los.
“Demonstrar confiança nos outros dizendo-lhes a verdade é algo como proporcionar a eles um piso firme”, acrescenta Seidman. “Isso estimula a ação. Quem está ancorado em uma verdade compartilhada começa a resolver problemas de forma conjunta. E isso é o início do processo para que se possa encontrar uma solução melhor”.
Mas não é isso o que nós estamos vendo atualmente por parte dos líderes dos Estados Unidos, do mundo árabe ou da Europa. Se ao menos um deles, apenas um, aproveitasse a oportunidade para dizer ao verdade ao seu povo: em que patamar se encontra, do que é capaz, de que plano ele necessita para atingir os objetivos e que contribuição ele precisa dar para encontrar uma rota melhor. O líder que fizer isso contará com “seguidores” e “amigos” reais – ao contrário do que acontece no mundo virtual da Internet.
Tradutor: UOL

O que são parafilias?


O transtorno sexual apresenta a dificuldade de sofrer intervenção de fatores culturais, fazendo com que seu significado e importância mude com a época e o lugar. O que é transtorno hoje, pode não ter sido ou deixar de sê-Io. Exemplos como o da pedofilia e do homossexualismo são apenas os mais citados. O primeiro era cultivado com requinte na Antigüidade. A homossexualidade, até a nona revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID-9) da Organização Mundial de Saúde (OMS), figurava sob o nº 302.0 entre os Desvios e Transtornos Sexuais, agrupada ao que hoje se chama parafilias. Em 1992, na décima revisão da  Classificação de transtornos mentais e de comportamento (CID-10), a homossexualidade desapareceu como transtorno, sendo citada no código F66, juntamente com a heterossexualidade e a bissexualidade, entre as ''variações de desenvolvimento sexual que podem ser problemáticas para o indivíduo" (OMS, 1993). Mesmo assim foi registrada, com interessante redação, a advertência politicamente correta: "a orientação sexual por si só não é para ser considerada como um transtorno". 

O profissional de saúde mental deve se determinar a lutar contra preconceitos largamente difundidos e, não se sabe em que medida, em si mesmo incutidos. No caso do perito forense, o trabalho é ainda mais difícil, pois tem de lidar diretamente com requerimentos legais que nem sempre acompanham a norma em que ele próprio está inserido e à qual despende parte do tempo tentando se ajustar. Posta-se no meio de dois campos, a sociedade e o criminoso sexual, tentando traduzir ao representante daquela a exata natureza do transtorno. Dele é exigida resposta a quesitos formulados de maneira a atender com precisão às especificações legais, partindo de material com alto teor de subjetividade e em constante atualização. Precisa enquadrar os casos no conceito legal de imputabilidade e responsabilidade, tendo ainda de prognosticar a reincidência como se se tratasse de uma ciência exata.

Parafilias

Parafilias, segundo o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais, da American Psychiatric Association, 4ª. edição revisada (DSM-IV-TR) (2000), consistem em fantasias, anseios sexuais ou comportamentos recorrentes, intensos e sexualmente excitantes, em geral envolvendo objetos não-humanos, sofrimento ou humilhação próprios ou do parceiro, crianças ou outras pessoas sem o seu consentimento.
O termo parafilia atualmente vem sendo utilizado para substituir o antigo termo 'perversão', que dava margem a uma série de outros sentidos ou acepções de caráter não-científico, como corrupção, desmoralização, degradação, e que, pela proximidade com perversidade, sinônimo de crueldade, adquiriu uma tonalidade depreciativa que não tem lugar no pensamento psiquiátrico. 

Parafilia (do grego pará = ao lado de, funcionamento desordenado ou anormal, oposição + philos = amante, que tem afinidade, atraído por) expressa melhor o sentido original psicanalítico, que é, segundo Laplanche (1998), o de "desvio em relação ao ato sexual normal, definido este como coito que visa à obtenção do orgasmo por penetração genital, com uma pessoa do sexo oposto".

Recentemente se tem identificado semelhança entre as parafilias e o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Abaixo, uma lista com alguns tipos conhecidos e catalogados de parafilias:


Fetichismo

É a dependência de determinados objetos inanimados ou partes do corpo como estímulo para a excitação e satisfação sexuais. Socialmente aceita, não é raro sejam formadas confrarias de, por exemplo, podófilos ou podólatras. Freqüentemente faz parte do arsenal de recursos para estimulação recíproca de um casal.



Transvestismo fetichista

Quase exclusiva de homens heterossexuais, consiste no uso eventual de roupas do sexo oposto para obter satisfação sexual. Há quem o considere como um estágio intermediário em direção ao transexualismo. Não deve ser diagnosticado nos transtornos de identidade de gênero, nem confundido com homossexualismo. Os transvésticos têm, em geral, comportamento masculino nas suas relações sociais, mostrando preferências heterossexuais, embora também não seja raro envolvimento homossexual eventual.


 Exibicionismo

É a exposição dos próprios genitais a um estranho, geralmente sem qualquer tentativa de envolvimento sexual outro com ele. Quase exclusivo de homens heterossexuais que se exibem para mulheres ou crianças do sexo feminino. Freqüentemente há masturbação durante ou em seguida à exposição. O mais comum é o desejo de chocar o espectador, embora em alguns casos exista a fantasia de provocar excitação sexual.



 Voyeurismo (ou escoptofilia)

É a tendência recorrente a obter excitação e prazer sexual pela observação de pessoas em comportamentos sexuais ou íntimos, como se despir. Geralmente se dirige a estranhos que não notam estar sendo observados e é acompanhada de masturbação. Não é raro que o voyeur fantasie estar envolvido em relação sexual com a pessoa observada, com quem não se relaciona na realidade. No voyeur, a atividade parafílica é a preferencial, e, para alguns, a única forma de experimentar excitação ou prazer sexual.



Pedofilia

É a preferência sexual por crianças pré-púberes ou no início da puberdade (geralmente menos de 13 anos), em fantasias ou na realidade. Pode ser homossexual, heterossexual ou uma mistura de ambos. Considera o DSM-IV-TR que o pedofílico deve ter 16 anos ou mais e ser pelo menos cinco anos mais velho que a criança, embora no caso de indivíduos no final da adolescência a caracterização não seja tão fácil, devendo-se avaliar a maturidade sexual de ambos. É erroneamente diagnosticado como pedófilo todo aquele que abusa sexualmente de crianças, pois essa parafilia implica, como dito anteriormente, a preferência sexual por crianças. Diversas situações e estados mentais podem contribuir para o abuso sem que o indivíduo possa ser caracterizado como pedófilo. Uma forma muito difundida atualmente é a pornografia infantil pela Internet, situação em que o sentimento de anonimato pode estar revelando tendências que de outro modo ficariam reprimidas. Nesses casos, é importante a distinção entre os verdadeiros pedófilos, os consumidores de pornografia em geral, os curiosos e os que procuram satisfazê-Ios por interesse pecuniário.



 Sadomasoquismo

É a preferência pela obtenção de excitação ou prazer sexual pela produção de sofrimento real, físico ou psicológico. Diz-se masoquismo quando o indivíduo prefere obter prazer do próprio sofrimento e sadismo quando da inflição ao outro. Pode envolver todas as formas de agressão física, como espancamentos, açoitamentos, queimaduras, cortes, choques elétricos, ou psicológica, como subjugação, estupro, exposição ao perigo, a situações degradantes, humilhação e formas de desconforto em geral. Costuma envolver fantasias de detalhada elaboração. Embora possa ser praticado por duplas ou grupos sadomasoquistas, eventualmente o sádico envolve pessoas contra o seu consentimento. Não raro pessoas funcionam como sádicos e masoquistas alternadamente, embora o mais comum seja um padrão de comportamento permanecer durante a vida toda, associado ao fetichismo ou fetichismo transvéstico. As fantasias sexuais dos sádicos envolvem invariavelmente a situação de domínio sobre o outro, e a percepção do medo experimentado pelo parceiro, voluntário ou não, é fundamental para a excitação. Nos masoquistas, a situação de insegurança, de incerteza e de estar à mercê dos desejos alheios é o foco parafílico principal. Nos casos de sofrimento auto-infligido, o mais comum é que se mantenha um padrão durante toda a vida, mas, durante períodos de estresse ou na busca de prazer mais intenso, alguns podem agravar a natureza dos seus atos até a produção de ferimentos sérios ou mesmo morte. Os sádicos que preferem parceiros que não consentem com a prática tendem a repetir o ato e, muitas vezes, mas não necessariamente, dependendo do transtorno da personalidade e/ou patologias associados, a produzir ferimentos graves ou assassinar.


 Frotteurismo, Necrofilia, Auto-estrangulamento e outros (F65.8)


No frotteurismo, o prazer está ligado ao ato de tocar ou esfregar-se em uma pessoa sem o seu consentimento, geralmente em locais de proximidade corporal forçada, como transportes coletivos. Envolve esfregar os genitais ou manipular partes do corpo da vítima. 


Na necrofilia, a preferência é por atividade sexual com cadáveres. Resnick (1989) separou esses casos em três grupos: a necrofilia comum, na qual se usa corpo já morto para fins sexuais; a homicida, em que o indivíduo mata para obter o cadáver; e a fantasiada, em que existe a fantasia de relacionamento sexual com cadáveres, sem atuação necrofílica. Distinguiu ainda uma pseudonecrofilia, descrita como uma eventual atração por um cadáver, mas corpos mortos não são o objeto das fantasias sexuais. Incluiu nesse grupo os sádicos, os oportunistas e os transitórios. Em alguns casos, o contato sexual com o cadáver pode ser expressão de um desejo obsessivo anterior de contato com a pessoa que morreu. É o caso de certos crimes de amor, em que a destruição e posse do objeto do desejo torturante serve de alívio. Essa situação encontra-se representada na peça Salomé (1894), de Oscar Wilde, em que a personagem título, não suportando a recusa do profeta Yokanaan a atender aos seus desejos, ordena que lhe cortem a cabeça e, em seguida, beija-lhe a boca em triunfo. Não devem ser esses casos diagnosticados como necrofilia.

Outros transtornos da preferência sexual são de difícil classificação por envolverem aspectos combinados de várias parafilias ou não satisfazerem os critérios para classificação nos modelos citados, como os telefonemas obscenos, a zoofilia, a coprofilia, o stalking (vigiar e seguir uma pessoa que é foco do desejo), entre outras. Vejamos:


Trampling

Fetiche que consiste no ato de um indivíduo ser pisado por uma ou mais pessoas, normalmente do sexo oposto, sendo mais comum uma mulher pisando num homem.
O adepto desta parafilia sente-se excitado ao ser pisado por outra pessoa, descalça ou não, em várias partes do seu corpo, como peito, barriga e até mesmo cabeça e órgãos genitais. É muito comum o uso de salto-alto para a realização deste fetiche.

Acrotomofilia

Refere-se ao interesse sexual em amputados (do grego Akron [extremidade], tomein [de redução] e philein [de amor]).

Nesofilia

Consiste na atração de copular em ilhas, geralmente desertas.


 Klismafilia

É uma parafilia envolvendo enemas (introdução de líquidos no reto e cólon através do ânus). O termo foi cunhado em 1973 pelo Dr. Joanne Denko.


Gerontofilia

Define-se como atração sexual dos não-idosos pelos idosos. Pode ser a atração sexual de um homem jovem por uma mulher idosa (graofilia ou anililagnia), ou de uma mulher jovem por um homem idoso. Pode ser uma atração sexual e erótica hétero ou homosexual. Muitas vezes se observa que tal relação, mais que uma imposição libidinosa, tem outras motivações, como interesse econômico, busca de proteção, carência afetiva, complexo de Édipo ou complexo de Electra etc.

Tricofilia 

É conhecido como o fetiche por cabelos e pêlos.

Hipofilia

Trata-se de uma parafilia que resulta do desejo sexual por cavalos ou éguas.

Maieusofilia 

Consiste em sentir excitação sexual com mulheres grávidas e/ou pela visualização de partos.

Carece de maior estudo o chamado sexo virtual, ou seja, aquele praticado por pessoas que se relacionam pela Internet.

As parafilias freqüentemente se apresentam combinadas, como, por exemplo: masoquismo e transvestismo fetichista, sadismo e fetichismo, sadismo e pedofilia, sendo muitas vezes impossível determinar a fronteira entre elas. É comum a ocorrência de várias parafilias em um só indivíduo. É entre os 15 e os 25 anos que os parafílicos geralmente apresentam maior freqüência do comportamento desviante, sendo observado um decréscimo com a idade.

(texto com adaptações)

Fontes: portaldaeducacao.com.br
   lista10.org

O que é cientologia?




A cientologia é um sistema de crenças fundado em 1952 pelo autor de ficção cientifica L. Ron Hubbard (1911-1986, nascido em Tilden, Nebraska). A cientologia foi oficializada em 1954. Esta religião baseia-se nos livros de Hubbard Dianética: A Moderna Ciência da Saúde (1950), Dianética: A Evolução da Ciência e Ciência da Sobrevivência. Hubbard considerava a Dianética como uma subdisciplina da Cientologia. Até morrer, em 1986, Hubbard publicou centenas de livros sobre cientologia e apenas alguns sobre Dianética. A doutrina tem influências de outras religiões, como o hinduísmo e o budismo, e de ciências humanas, como a psicologia.

Mito da Criação

Segundo a Cientologia há 75 milhões de anos; vários planetas se reuniram numa "confederação das galáxias", governada por um líder maléfico chamado Xenu. Como os planetas estavam com problemas de superpopulação, Xenu mandou bilhões de seus habitantes para Terra, em espaçonaves parecidas com os Douglas DC-8, onde foram jogados dentro de vulcões (razão pela qual o livro dianética possui um vulcão na capa) e mortos com bombas de hidrogênio. Seus espíritos que foram recapturados e reunidos em cachos (como uvas, ou talvez bananas) - chamados de "thetans" (em português, "tetões") - são os seres humanos.[1]

Dogmas

Os dogmas centrais da seita são baseados na crença de que uma pessoa é um ser espiritual imortal (referido como "thetan" ou "tetão"), dotado de mente e corpo, ambos basicamente bons, que buscam a sobrevivência. A Cientologia assegura que a sobrevivência do homem depende de si mesmo, de outras pessoas e da sua interação com a comunidade cósmica. Uma pessoa tem as suas limitações autodidatas, e seus atos nocivos podem ser atribuídos em parte a uma porção inconsciente da sua mente, chamada "mente reativa" ou "barreira". Esta porção da mente, acredita-se, é utilizada para guardar eventos passados guardados no inconsciente, traumas físicos e emocionais, os quais podem ser reativados por ocasião de estresses. A porção consciente da mente humana é referida como "mente analítica".

A prática principal da cientologia e da dianética é uma atividade conhecida como "audição" ou "auditoria" (do inglês auditing), que procura levar um adepto a um estado de clareza, numa libertação das influências da mente reativa. A prática é executada por um conselheiro chamado "ouvidor", que dirige uma série de perguntas ao interessado para entender e gravar as suas responsabilidades e conhecimentos adquiridos. O objetivo é capacitar o interessado a restabelecer o controle volitivo e de percepção do material previamente guardados na sua mente reativa.

A forma inicial do processo dianético, ainda praticado hoje, envolve um cenário reminiscente da psicanálise freudiana, com o analisado deitado, recostado num sofá e num estado reflectivo chamado "devaneio dianético" enquanto o analista, sentado próximo numa cadeira toma notas, propondo perguntas e respostas sobre as declarações do analisado e um número "indicativo" fisiológico.

Algumas formas avançadas de auditoria empregam um dispositivo chamado eletropsicômetro de Hubbard ("E-Meter"). Esse dispositivo mede as trocas na resistência elétrica da pele do analisado, fazendo passar 1/2 volt através de um par de tubos, de chapa de zinco, cheios de uma solução química, apoiados na pele para medir as ondas e gravá-las, enquanto se ouve o analisado. Estas trocas pequenas na resistência elétrica, conhecida como resposta galvânica, são similares àquelas obtidas pelo polígrafo. Máquinas análogas são aceites por adeptos da igreja por serem mais seguras e sensíveis ao estado mental do analisado do que o fisiológico "Indica" da recente dianética.

Estas práticas da Cientologia são custosas, podendo variar de US$ 750,00 a US$ 8.000,00.[1]

Outras atividades das igrejas da cientologia são cultos aos domingos, aulas formais, batismos, casamentos e cerimônias religiosas. Também procuram e visitam um número básico de comunidades para atividades caritativas, como fornecimento de comida, combate ao uso de drogas e ao analfabetismo.

Relação com outras religiões

A Cientologia alega que desde o início teve as suas crenças e práticas compatíveis com outras religiões. Alega também gozar de boas relações e reconhecimento com os cristãos, budistas e outras, por décadas, antes de ser formalmente reconhecida e isenta de taxas como organização religiosa e de caridade pelo governo dos EUA, em 1993, após uma longa batalha legal. Supostamente foi reconhecida, em 1994, pelo conselho dos budistas xinto (Yu-itsu-shinto) com sede no Japão, não só estendendo o reconhecimento oficial da cientologia, mas tomando a si a tarefa de treinar inúmeros monges nas crenças e práticas adjuntas às meditações e orações. No entanto esta afirmação (como muitas das anteriores) tem credibilidade duvidosa e não foi confirmada até o momento por fontes externas à cientologia. Seria supostamente uma ocorrência da tradição de algumas religiões orientais de assimilação ou adoção de elementos de outras crenças que se não contradigam diretamente com os seus princípios. Alega-se que isto ocorreria devido à reflexão do fato de Hubbard reconhecer a força oriental e especificamente a influencia Budista na formação da sua própria filosofia.

Fonte: wikipedia.com

Estatal abre concurso para o preenchimento de 800 vagas


A VALEC Engenharia, Construções e Ferrovias, empresa pública federal vinculada ao Ministério dos Transportes abriu concurso público para o preenchimento de 800 vagas. São 560 vagas de nível superior, 242 serão efetivo imediato e ampla concorrência, 13 serão reservas a portadores de necessidades especiais e 305 serão para formação de cadastro reserva. Já as 240 vagas de nível médio são para preenchimento exclusivo de cadastro de reservas.
As oportunidades são para as vagas de assistente técnico administrativo, técnico de laboratório, técnico de estradas e edificações, técnico de laboratório, técnico em agronomia, técnico de segurança do trabalho (nível médio), administrador, médico do trabalho, advogado, analista de sistemas, biólogo, economista, contador, engenheiro, geógrafo, geólogo e jornalista (nível Superior). Os aprovados poderão ser relacionados para trabalhar em oito estados, são eles: Tocantins, Goiás, Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro ou no Distrito Federal. A oferta salarial para os postos de nível médio será de R$ 2.275,90 e para os de nível superior, R$ 6.100,00.
 As inscrições serão realizadas entre os dias 12 de junho e 13 de julho através do site da Fundação Escola Superior do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro - FEMPERJ, a taxa é de R$ 48,00 para nível médio e R$ 55,00 para nível superior. Quem preferir, poderá se inscrever a partir do próprio site da VALEC.
O Concurso será de etapa única composto de uma Prova Objetiva de conhecimentos gerais e específicos, eliminatória e classificatória, com previsão de aplicação no dia 26 de agosto de 2012. Os exames serão realizados apenas nas cidade de Brasília, Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro. O resultado final deverá ser publicado no dia 14 de setembro de 2012. Os candidados vão receber após a confirmação da inscrição um cartão de confirmação do dia e local das provas. Para maiores informações confira o edital do concurso Valec 2012.

5 famílias formadas por pessoas geniais


O biólogo inglês Thomas Henry Huxley morreu no dia 29 de junho 1895, 117 anos atrás. Além de ser um amigo próximo de caras como Charles Darwin, Huxley é conhecido por ser de uma família ~pra lá de genial~. Um de seus netos, por exemplo, é ninguém menos que o escritor Aldous Huxley, autor de “Admirável Mundo Novo”. Diante de tanta notoriedade, resolvemos contar a história dos Huxley e de outras quatro famílias cheias de pessoas geniais de verdade. Coincidência ou genética? Leia para tirar suas conclusões:
1. Os “Huxley”
Thomas Henry huxley famílias geniais
O patriarca: O biólogo que serviu de inspiração para esta lista foi um dos cientistas mais influentes da Inglaterra no século 19. Conhecido como “Buldogue de Darwin” (“Darwin’s Bulldog”) por sua amizade com o naturalista e por sua defesa da teoria da evolução, Thomas Henry Huxley também é o responsável por cunhar o termo “agnóstico” – que ele criou para descrever a si próprio como um homem que não acreditava em Deus, mas não descartava sua existência.
Os descendentes: Thomas é pai do escritor Leonard Huxley que, por sua vez, teve três filhos geniais: o zoólogo Julian, o fisiologista e ganhador do Prêmio Nobel de Medicina Andrew Fielding, e o escritor Aldous Huxley, autor do clássico “Admirável Mundo Novo”.
2. Os “Curie”
Marie Curie famílias geniais
O patriarca e a matriarca: O casal de físicos franceses Pierre e Marie Curie (na foto acima) foi pioneiro nos estudos sobre radioatividade. Em 1903, os dois foram premiados com o Prêmio Nobel por isso. Além disso, Marie foi a primeira pessoa a ser honrada com dois Prêmios Nobel em diferentes categorias: ela ganhou um em Física e um em Química. Como se já não fosse suficiente, Marie também foi a primeira professora mulher da Universidade de Paris.
Os descendentes: A filha do casal, a pesquisadora francesa Irène Joliot-Curie, não fica pra trás. A cientista também ganhou um Nobel: em 1935, na área de Química por sua descoberta da radioatividade artificial. Com isso, a família Curie é a mais premiada pelo Nobel. Como se não bastasse, os dois filhos de Iréne, Hélène e Pierre, também são estimados pesquisadores.
3. Os “Darwin”
Charles Darwin famílias geniais
O patriarca: O senhor da foto acima, Charles Darwin, dispensa apresentações, não? Mas o que nem todo mundo sabe é que a família do naturalista também esbanjava genialidade. Dá uma olhada:
Os descendentes: Darwin casou com sua prima Emma Wedgeood e teve dez filhos, dos quais 3 morreram na infância. Entre os sobreviventes, três se tornaram membros da “Fellowship of the Royal Society”, honra concedida apenas para os mais eminentes cientistas, engenheiros e tecnólogos do Reino Unido. São eles: o astronômo George Howard Darwin, o botânico Francis Darwin e o engenheiro civil Horace Darwin. Outro filho importante foi Leonard Darwin, soldado, político, economista, eugenista e mentor do estatístico Ronald Fisher. Além disso, Darwin também era primo de Francis Galton, um famoso intelectual inglês. Foi Galton que iniciou a meteorologia científica e criou o primeiro mapa climático. Galton também era antropólogo, eugenista, explorador, geógrafo, estatístico, entre outras coisas.
4. Os “Leakey”
Louis Leakey famílias geniais
O patriarca e a matriarca: O antropólogo queniano Louis Leakey (na foto) chocou a comunidade científica quando afirmou, com base nas teorias de  Darwin, que o homem pode ter surgido na África e de lá ter-se espalhado pelo mundo. Leakey provou o que disse ao descobrir, no continente africano, o primeiro fóssil do Homo habilis. Sua esposa e parceira de escavações, Mary Leakey, também é genial: ela desenterrou o Australopithecus boisei em 1959 e concluiu que o homem andava sobre duas pernas há 3,5 milhões de anos, muito antes do que se supunha até então. Já estava bom para uma família só, não? Mas tem mais.
Os descendentes: O filho do casal, Richard, que rejeitava o ofício dos pais e só queria ser guia de safáris, literalmente esbarrou numa mandíbula de australopiteco em 1963. Virou antropólogo e não se arrependeu. Em 1967, ele e sua equipe desenterraram mais de 400 fósseis de antepassados do homem no Lago Turkana, na Etiópia. Em 1994, a mulher de Richard, Meave Leakey, comprou uma briga com a sogra (que morreria em 1996) ao descobrir que o homem andara sobre duas pernas há 4 milhões de anos – 500 000 anos antes do que supunha Mary Leakey.
5. Os “Humboldt”
Alexander von Humboldt famílias geniais
O patriarca: Alexander Georg von Humboldt foi um proeminente major do exército prussiano. Mas a genialidade da família fica por conta de seus dois únicos filhos: Wilhelm e Alexander (na foto acima).
Os descendentes: Wilhelm von Humboldt foi filósofo e diplomata prussiano. Entre seus feitos mais famosos estão “apenas” a fundação da Universidade de Berlin, que inclusive leva seu nome, e a sua gestão como ministro da educação, que serviu de modelo para países como o Japão e os Estados Unidos. Seu irmão mais novo, Alexander von Humboldt, foi um famoso geógrafo, naturalista e explorador da época. Seu extenso trabalho sobre geografia botânica foi um dos responsáveis por criar as bases para o campo conhecido hoje como biogeografia.

COM PÊNALTI POLÊMICO, VASCO VENCE PONTE PRETA E REASSUME A LIDERANÇA


Trinta minutos do segundo tempo. O estreante William Matheus cai na área, o árbitro Fabrício Neves Correa marca um pênalti polêmico, e muda o jogo e o campeonato. Em uma partida dominada pela Ponte Preta, que teve 13 finalizações contra cinco do Vasco, o time carioca conseguiu uma apertada vitória, de virada, por 3 a 2, e reassumiu a liderança do Brasileirão para a festa da torcida em São Januário. O jogo, válido pela sétima rodada, teve público pagante de 7.547 torcedores (11.082 presentes).
Com o resultado deste sábado, o Vasco recuperou o primeiro lugar da tabela, com 16 pontos. O time volta a campo no próximo domingo, dia 8, contra o Figueirense, em Florianópolis. A Ponte, que se manteve na décima posição, com nove, encara o Palmeiras, também no domingo, em Campinas.
- Senti um toque. Para mim foi pênalti - disse William Matheus.
Na Ponte, o técnico Gilson Kleina preferiu elogiar a equipe.
- O time teve uma postura espetacular. Soube neutralizar os pontos fortes do Vasco, jogou com dinâmica, teve a transição com velocidade, mas se tivéssemos um pouco de capricho, poderíamos ter ampliado, mas isso não aconteceu, merecimento do Vasco, que foi eficiente.
Falhas na marcação do Vasco pontuam o primeiro tempo
Jogadas de velocidade contra falhas na marcação. O primeiro tempo foi um duelo entre o ataque da Ponte e a defesa do Vasco. Sem Romulo, negociado com o Spartak de Moscou, na cobertura, o Vasco abriu uma avenida pela esquerda para Nikão e Roger passarem. E eles passaram.
A Ponte só foi parada com falta. Na primeira oportunidade de gol, Renato Silva derrubou Roger. Nikão cobrou, Prass espalmou, e a bola foi no travessão. No rebote, Roger chutou, mas Dedé apareceu na frente para fazer a torcida vascaína suspirar.
Quatro minutos depois, a Macaca chegou. Após cobrança de lateral, João Paulo Silva fez lindo lançamento, e Roger recebeu nas costas de Felipe para chutar no canto direito de Prass e marcar o primeiro gol do jogo aos 16.
Se a defesa cruz-maltina estava perdida em campo, o meio também não criava. O técnico Cristóvão Borges optou por barrar Diego Souza e entrar em campo com Carlos Alberto. Fellipe Bastos foi a escolha para a vaga deixada por Romulo. Mas nem marcação, nem criação estavam dando certo.
roger ponte preta gol vasco (Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)Roger marca dois gols para a Ponte Preta
(Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo)
Em 20 minutos, o Vasco não tinha finalizado, contra quatro chutes do adversário. Mas na primeira vez que chegou, o time da Colina marcou. Felipe cruzou pela esquerda, Eder Luis furou de cabeça, e Alecsandro cabeceou na sobra para anotar seu quinto gol no Brasileiro e chegar à artilharia isolada.
O gol deu um gás a mais para o Vasco. A torcida se levantou quando Dedé subiu ao ataque e deu um corta-luz para jogada de Eder Luis. Mas as falhas na marcação continuaram.
A Ponte ainda estava melhor, e com contra-ataques velozes chegou à frente do placar. Novamente com Roger. Nikão deu passe para Renê Junior, que tocou para o camisa 9. Renato Silva tentou marcar o centroavante, mas o chute no canto esquerdo entrou por pouco, sem chance de defesa para Prass, aos 26.
Com duas jogadas de gol pela esquerda, Cristóvão mandou Fellipe Bastos ficar na lateral e liberou Felipe para o meio. A mudança melhorou o time. Eder Luis fez tabela com Felipe e chutou pelo meio das pernas de Edson Bastos para balançar as redes. O lance, porém, foi anulado devido ao impedimento do atacante.
O bom primeiro tempo ainda teve uma bola na trave de Nikão, que passou pela marcação de Fagner e Juninho na direita. Na saída para o intervalo, vaias da torcida vascaína em São Januário.
Lucas fura e dá presente para Eder Luis
eder luis vasco ponte preta (Foto: Marcelo Sadio / Site Oficial do Vasco)Eder Luis recebe presente de Lucas
(Foto: Marcelo Sadio / Site Oficial do Vasco)
O Vasco ganhou um presente logo no início do segundo tempo. Lucas, que havia entrado no lugar de Cicinho, com uma torção no joelho, furou após o cruzamento de Alecsandro, e Eder Luis mandou a bola para as redes, empatando o jogo em 2 a 2, aos três.
Após o gol, a torcida vascaína pediu Diego Souza. Cristóvão mandou todos os jogadores do banco para o aquecimento. Enquanto isso, no campo, João Paulo Silva cruzou pela esquerda, e Nikão chutou por cima do gol. Foi o último lance dele no jogo, substituído por Caio. Na sequência, Roger perdeu um gol de frente para as redes.
Diego Souza entrou na vaga de Eder Luis. Mas a Ponte continuou melhor. Prass até respirou fundo depois de impedir uma jogada de Caio, mas errar ao repor a bola nos pés de João Paulo Silva, que chutou para longe, com o goleiro fora das traves.
Pênalti polêmico muda o jogo
Carlos Alberto pediu para sair e foi atendido. William Matheus entrou em seu lugar. Sete minutos depois de entrar em campo, o jogador fez tabela com Diego Souza e caiu na área, alegando empurrão de Lucas. O árbitro marcou o pênalti e deu cartão amarelo para o volante da Ponte. Diego Souza fez o terceiro gol e levantou a torcida no estádio. Logo depois, William Matheus passou mal e chegou ter ânsia de vômito em campo.
A Ponte ainda teve mais uma chance de empatar, com uma falha de Prass, deixando rebote para Roger. O centroavante furou e perdeu o gol e o ponto que daria duas posições na tabela.

Guitarristas: 15 músicos que certamente você não conhece


Akira Takasaki
guitarrista do Loudness sem dúvida é um nome que merece aparecer. Influenciado por Van Halen, o japonês mostrou, em todos estes anos frente à sua banda que ele é excelente. Seus trabalhos solo, pouco conhecidos também, são muito bem executados, sem deixar dúvidas da qualidade ou técnica.
Danny Gatton
Não tenho muito o que dizer sobre este excelente guitarrista, que fusionou rockabilly, jazz e country, para criar um estilo próprio. Foi considerado um ‘telemaster’, mostrando muita versatilidade e precisão. Ele foi chamado também de “O melhor guitarrista desconhecido do mundo”.
Michael Angelo Batio
Ambidestro e veloz, Batio é um guitarrista excepcional. Bacharel em Teoria Musical, começou a tocar por volta dos dez anos. Chegou a ser expulso de alguns bares, coma a alegação de que não sabia tocar e só fazer barulho. No vídeo acima ele toca com uma guitarra de dois braços, demonstrando a capacidade de tocar grandes solos de músicas consagradas no rock e no metal, dando aos seus expectadores uma performance única e original.
David Fiuczynski
Músico de jazz fusion, David demonstra versatilidade, sendo conhecido como “o guitarrista de jazz que não quer tocar somente jazz”. Ele é o líder do Screaming Headless Torsos, banda que o tornou mais conhecido. Além disto é um workaholic, tendo trabalhado em mais de 95 discos como músico convidado.
Susan Tedeschi
Não é muito comum ver mulheres figurarem como grandes guitarristas. Uma pena, uma vez que temos excelentes guitarristas, como no caso de Susan Tedeschi. Ela toca blues e soul, tendo recebido diversos Grammies. Foi influenciada por grandes mestres, como Buddy Guy, Johnny "Guitar" Watson, Stevie Ray Vaughan, Freddie King e Doyle Bramhall II e até participou de uma música do Eric Clapton. Neste vídeo, com um belíssimo solo de blues, podemos notar o quanto ela é excelente em tocar guitarra. Infelizmente falta reconhecimento pelo grande público.
Nori Bucci
Outra mulher na lista, Nori Bucci não faz feio. Sua combinação de folk, fusion, música clássica, rock e jazz impressiona pela versatilidade. E ainda por cima em Junho de 2002 foi uma das cinco finalistas na "North American Rock Guitar Competition" e em novembro de 2003 ganhou o prêmio de melhor guitarrista de rock no "Buffalo Music Awards". Ou seja, pouca coisa ela não é, sem dúvida alguma.
Michael Lee Firkins
Michael é um shredder com alma. Ele fez parte do grupo de Mike Varney, pertencente a Shrapnel Records. Ele mescla influências de bluegrass, country, blues e jazz com a distorção do rock. Aqui ele está tocando "Runaway Train" ao vivo.
Emily Remler
Emily Remler é conhecida nos círculos de jazz. Ela foi uma guitarrista tradicional do jazz. Infelizmente, ela morreu de uma overdose muito jovem anos de idade, 32 anos. Isto é de um de seus vídeos instrucionais, "Afro Blue" de John Coltrane.
Dave Hole
Conhecido como um guitarrista que toca um misto de blues com rock’n’roll, Dave Hole apareceu em publicações importantes como Guitar World, Guitar for the Practicing Musician, Billboard, Audio, Spin, The Chicago Tribune e The Denver Post. Conhecido por sua técnica de slide, que utiliza um Bottleneck no dedo indicador (quando normalmente se utiliza no anelar), considerado por alguns como a maneira “errada” de se fazer slide.
Rory Block
Rory é uma grande guitarrista de blues, muito respeitada no meio. Seu estilo é um bocado incomum para o gênero, com algumas quebras rítmicas bem interessantes. Já tocou com grandes nomes como Mississippi John Hurt, Reverend Gary Davis e Son House.
Oz Noy
Oz é um guitarrista de Israel e hoje mora em Nova York. Ele é um músico de estúdio muito bem estabelecido, trabalhando inclusive com Anton Fig & Will Lee da banda David Letterman. Começou a tocar com treze anos de idade e aos 24 foi considerado o melhor guitarrista do país.
Scotty Anderson
Scotty é um daqueles músicos que fará seu queixo cair. Se você tem procurado o herdeiro do grande Chet Atkins, aqui está ele. Neste clipe você ouvi-lo tocar uma música de jazz, "Caravan".
Jennifer Batten
Jennifer foi instrutora no Guitar Institute of Technology em Los Angeles, então tocou com Michael Jackson nos discos Bad (1987), Dangerous (1992) e HIStory (1996), além de algumas turnês. Ela é uma das expoentes no estilo 2-hand tapping. Neste vídeo podemos ver uma versão diferente de The Flight Of The Bumblebee.
Shawn Lane
Aclamado por muitos como o mais rápido guitarrista do mundo, Shawn começou a ganhar dinheiro com música a partir de sua adolescência com o Black Oak Arkansas, seguido por muitos anos de obscuridade tocando em bandas locais do Memphis para alimentar sua família, depois fez seu maior sucesso com Jonas Hellborg. Shawn estava explorando a música tradicional indiana, pouco antes de morrer de uma doença de pulmão aos 40 anos de idade. Aqui é o seu "Savitri", que deve ter sido gravado pouco antes de sua morte. É realmente estranho e legal.
Allan Holdsworth
É, sem dúvidas, um dos maiores nomes de todos os tempos. Combina a técnica com o comprometimento com a música, criando melodias complexas, harmoniosas, com velocidade e sem abusos. É citado como influência por pesos pesados como Eddie Van Halen, Joe Satriani, Greg Howe, Shawn Lane, Richie Kotzen e John Petrucci. Isto já o torna extremamente. Ele transita entre o Jazz fusion, jazz, free jazz e o progressive rock, com suas melodias complexas, explorando as diversas possibilidades que as escalas proporcionam.


Fonte: Guitarristas: 15 músicos que certamente você não conhece - Matérias e Biografias http://whiplash.net/materias/biografias/145305.html#ixzz1zKvGMIhK

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