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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 29 de março de 2018

A Golpes de Martelo (por Rogério Rocha)


Meu martelo constrói a incompletude.
Meu martelo trabalha com afinco,
Destrói o mundo com seu golpe rude.
Meu martelo cria e urde, desafia e
Emudece as formas que surgem,
Mas habita na fala das pedras
Desamparadas do ente mais duro.

Meu martelo titânico destrói e devassa,
Burila e avassala rochas densas,
De natureza inconcussa e magmática.

Bate sobre o solo com firmeza instrumental.
Absorve-se no absurdo que é bater no infinito,
Despejar no monolito a frieza do seu grito magistral.

O arquiteto noviço, o artífice decrépito, o reles escultor,
Coletam lascas, coletam nesgas, rastejam na praça
Em busca dos restos do objeto perfeito que esculpo.

Um ruído surdo invade os orbes celestes,
devora o mundo, prefere os ataques lascivos,
os dedos massivos do pai dos tormentos.

Meu martelo espanca o ilusório;
Meu martelo trabalha com fúria
E detona todo vulto civilizatório.
Meu martelo desarma, num gesto,
A solene ambição dos que regem
O processo nefasto do estar à mão.

Meu martelo profético desfaz e arrasa,
Com golpes potentes, enormes pancadas,

As torres maciças que o templo resguarda.

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