Quem sou eu

Minha foto

Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Para John MacAfee o antívirus está fadado ao fracasso



Causou furor (e tem causado ainda) a declaração dada recentemente pelo fundador e ex-CEO da McAfee, uma das mais prestigiadas fabricantes de programas antivírus do mundo, quando afirmou que particularmente não usa nenhum software para se proteger de pragas ou ataques cibernéticos e que pensa mesmo que o mercado nesse setor encontra-se ultrapassado. 

Ainda segundo o excêntrico empresário, a tecnologia por trás dos programas de antivírus é antiga e irrelevante, visto que os crackers e hackers de hoje são mais rápidos do que eles. Opinião esta que é também dividida com outro figurão do ramo, o presidente da Symantec, Bryan Dye, que disse que os programas de proteção fracassaram em sua principal missão: a segurança dos dados de informática.

Apesar de todo o viés sensacionalista que carregam as falas desses dois grandes nomes do mundo digital, tais declarações não chegam a ser nenhuma novidade. Até o usuário mais básico tem noção de que tais sistemas são importantes para a manutenção de certa tranquilidade ao navegarmos no ciberespaço, por exemplo, mas que, ainda assim, nunca foram nem serão (aí entra a dose de achismo meu) cem por cento confiáveis. 

E que,  para além de qualquer parafernália digital, é o comportamento cauteloso das pessoas somado a atenção com os conteúdos que baixam ou executam em sites na internet, por exemplo, que tornarão maiores ou menores os sempre presentes riscos a que estamos expostos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Participe do nosso blog, comentando, sugerindo e deixando o seu recado.

Postagens populares

Total de visualizações de página

Páginas