Quem sou eu

Minha foto

Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Paris ganha 'templo dos filmes mudos' com pianista tocando ao vivo


Por Daniela Fernandes, de Paris

Templo do cinema mudo tem acervo com milhares de filmes e documentos
Paris acaba de ganhar uma fundação dedicada aos primórdios do cinema, que está sendo chamada na capital francesa de "templo dos filmes mudos".
A Fundação Jerôme Seydoux-Pathé reúne um dos mais importantes acervos mundiais de filmes, câmeras, fotografias e dezenas de milhares de documentos que traçam a história da indústria cinematográfica nos últimos 120 anos.

No local, há uma uma sala de cinema, onde são exibidos diariamente sobretudo filmes mudos, com acompanhamento ao vivo de um pianista, como ocorria há mais de um século (a sessão custa 6 euros, cerca de R$ 18).
Na última década, a Pathé restaurou e digitalizou cerca de 1,5 mil filmes mudos.
Fachada do prédio também é um tesouro: uma obra original de Rodin
A Pathé e a Gaumont, fundadas no final do século 19 e compradas pela família Seydoux, são as mais antigas produtoras e distribuidoras de filmes do mundo ainda em atividade.

10 mil filmes

Antes da Primeira Guerra mundial, a Pathé, criada pelos irmãos Charles e Émile Pathé, era considerada a mais importante empresa cinematográfica do mundo.
De 1896 aos dias de hoje, a Pathé produziu mais de 10 mil filmes. Grandes clássicos do cinema, como os filmes La Dolce Vita, de Federico Fellini, e o Guepardo, de Luchino Visconti, estrelado por Burt Lancaster, Alain Delon e Claudia Cardinale, foram co-produzidos pela companhia francesa.
Os irmãos Pathé, que criaram um império cinematográfico com estúdios e salas de cinema, também desenvolveram inúmeros equipamentos para projeção de filmes e câmeras, além de formatos de películas.
Entre os cerca de 200 aparelhos exibidos permanentemente na fundação, criados entre o final do século 19 e os anos 1980, há o "Pathé Baby", um pequeno projetor com manivela, lançado em 1922, "ancestral" do home theater para ver filmes em casa.
Um ano depois, o "Pathé Baby" ganhou uma versão filmadora para amadores. O aparelho foi lançado na mesma época na Inglaterra com o nome de "Pathex".
Acervo tem equipamentos - de projetores a câmeras antigas de cinema
Na galeria de equipamentos, o visitante também pode ver, em tabletes, filmes que mostram as diferentes técnicas cinematográficas.
A coleção reúne ainda 500 mil fotografias tiradas em sets de filmagens a partir de 1897, além de milhares de documentos, desenhos, livros sobre cinema e centenas de roupas e outros objetos usados em filmes.

Ilustrador sergipano

Atualmente, uma exposição em cartaz até 4 de novembro apresenta uma coleção de pôsteres de pequenos filmes produzidos entre 1906 e 1907, na época em que as projeções eram apresentadas em circos.
Parte dessas ilustrações – litografias realizadas sobre pedra – foram criadas pelo sergipano Candido Aragonez de Faria, nascido em 1849. Ele se instalou na França em 1882 e foi o principal ilustrador da Pathé entre 1902 e 1911, ano de sua morte.
"Para cada filme, mesmo os mais curtos, era criada uma ilustração", afirma Sophie Seydoux, presidente da fundação que conta em seu acervo 4,5 mil pôsteres, desenhos e maquetes.

Rodin

Não é só o acervo da Fundação Pathé que vale ser visitado. A descoberta cultural já começa na rua: a fachada do prédio, um antigo teatro próximo à Place d’Italie, no 13° distrito de Paris, foi realizada pelo escultor Auguste Rodin em 1869 e é tombada pelo patrimônio histórico francês.
O teatro não existe mais e o prédio (com exceção da fachada) foi totalmente reconstruído pelo renomado arquiteto italiano Renzo Piano, co-autor do Centro Georges Pompidou, em Paris.
Atrás da fachada de Rodin, Piano construiu uma gigantesca estrutura em forma de "bolha" de vidro, recoberta com 5 mil pequenos painéis de alumínio, que lembra a "carapaça de um tatu", ou o "casco da Arca de Noé", como prefere dizer o arquiteto.
No total, são 2,2 mil m2 em cinco andares. A fundação possui ainda um centro de pesquisas e de documentação na área de cinema.
Para ter acesso a esse espaço, situado no último andar do prédio, onde é possível consultar a integralidade do acervo, é preciso marcar hora.

Fonte: Site da BBC Brasil

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Participe do nosso blog, comentando, sugerindo e deixando o seu recado.

Postagens populares

Total de visualizações de página

Páginas