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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Novo álbum dos Titãs - "Nheengatu"

 

Por Rogério Rocha

Os Titãs disponibilizaram o áudio de todas as faixas de "Nheengatu", o mais recente álbum da banda, no YouTube. O disco, décimo quarto da carreira do grupo, é o primeiro lançado por eles desde o ano de 2009.

"Nheengatu" é marcado por uma sonoridade nitidamente mais pesada do que a presente nos últimos álbuns do agora quarteto, com destaque para as letras, mais ácidas, duras e realistas, explorando temáticas pouco habituais em letras de bandas de rock brasileiras.

A produção do CD ficou por conta de Rafael Ramos, que já trabalhou com Pitty, Raimundos e Cachorro Grande. 

Trazendo 14 faixas, dez delas com menos de 3 minutos, o disco, na primeira audição, soa (e é!) instigante, com uma sensação de estranhamento, de urgência, uma experiência sonora que beira o surreal, o antropofágico, o absurdo, a catarse de um pesadelo cujos conteúdos foram retirados diretamente do cotidiano das nossas cidades, da violenta tensão vivenciada todos os dias em nossa sociedade. 

Decididamente o novo trabalho dos Titãs não é de fácil consumo (não é mesmo!). Não serve para ouvidos não iniciados. Não é pra tocar nas rádios ou para apresentações em quadros de programas televisivos. Nem deverá figurar na lista das 'melhores músicas dos últimos tempos da última semana'. 

Ainda assim (e talvez por isso mesmo), com sua alta dosagem de primitivismo, experimentalismo, de competência e amadurecimento musical, marca lugar de destaque no cenário descartável de nossa pobre música atual. Uma obra impactante (pra dizer o mínimo) e recheada de referências (umas explícitas, outras subjacentes, nas entrelinhas).

Ouça "Nheengatu" no vídeo abaixo. O álbum já pode ser comprado em suas versões física e virtual. Clique neste link e ouça o álbum na íntegra.


2 comentários:

  1. Melhor disco dos Titãs desde Titanomaquia (1993) e Domingo (1995) - faz tempo rs... espetacular do início ao fim, lembra (e muito) Cabeça Dinossauro - pelas faixas rápidas, sem firulas nos riffs, letras contestadores, e um som nada comercial (porém fodástico!)

    Se for o último trabalho dos Titãs, fechou com chave de ouro - e apagando as más impressões do seu último trabalho Sacos Plásticos (diga-se, péssimo rs)

    Espero que não seja o último...vida longa aos Titãs! - melhor banda brasileira, ao lado do incontestável Legião Urbana....

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  2. Já achei o contrário. Achei um trabalho bem acessível. Letras bem diretas e algumas até simplórias, sem muitos requintes. As guitarras desse disco bem que poderiam ser confundidadas com um NX Zero da vida. Perfeito pra garotada apreciar.

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