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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Maior produtor de maconha do mundo, Marrocos estuda legalização

Situação e oposição se juntam para esboçar projeto que regulamentaria o cultivo da planta

por Rafael Cabral

Editora Globo
Um dos maiores produtores de maconha e haxixe do mundo e principal exportador para o território europeu, o Marrocos pela primeira vez está discutindo uma proposta de lei que propõe a legalização e a taxação do cultivo da cannabis. 

Políticos ligados ao partido do primeiro ministro Abdelilah Benkirane e membros da oposição estão esboçando um projeto que pede a regulamentação e a taxação da produção dos cannabicultores, esperando discuti-lo e aprová-lo em até três anos. A ideia é que a lei possa criar uma alternativa viável para o pequeno fazendeiro e o livre das garras do tráfico internacional de drogas. 

“Temos de garantir que a legalização seja feita da melhor maneira. Temos de avaliar quais são as virtudes medicinais da planta e aí sim pensar em exportações, desenvolvimentos farmacêuticos e em como atrair o investimento estrangeiro. Trata-se de uma área muito promissora para a economia”, afirma Abdelahim Allaoui, um político ligado ao PJD, partido do primeiro ministro.

Os agricultores que cultivam a cannabis estão localizados principalmente no norte do país, próximo à região montanhosa de Kif, e é também por lá que o produto é ilegalmente escoado para o seu maior mercado: a Europa. O plantio de maconha na região começou há séculos atrás e faz parte da própria cultura do país. 

Estima-se que a economia da cannabis represente no mínimo 10% do produto interno bruto da nação e que pelo menos 800 mil marroquinos vivam da produção de maconha e haxixe.

Fonte: Revista Galileu

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