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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Dormir auxilia no aprendizado, diz psicólogos norte-americanos





A data do concurso ou do vestibular se aproxima e todo esforço se faz necessário. Nessa hora, há quem não se permita nem mesmo as oito horas de sono noturnas, necessárias para a maioria das pessoas se sentir bem-disposta. Deixar os livros de lado para tirar uma sonequinha no meio da tarde, então, nem pensar. Mas será o período de descanso um tempo realmente perdido?

De acordo com psicólogos da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, não. Durante um estudo, cujos resultados foram publicados recentemente na revista Plos One, o grupo de pesquisadores observou que o sono melhorou o desempenho dos participantes na compreensão e na memorização de regras gramaticais, o que dá forças a uma antiga tese: a de que o sono é uma etapa fundamental do aprendizado.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas, coordenados pela psicóloga Ingrid Nieuwenhuis, criaram um experimento no qual 81 voluntários não sabiam sobre o que, de fato, eles seriam avaliados. Ao chegar ao laboratório, recebiam a informação de que fariam um simples teste de memória de curto prazo, também chamada de memória de trabalho. Os participantes eram, então, apresentados a diferentes sequências de letras mostradas em uma tela de computador e precisavam redigitar os caracteres na mesma ordem que tinham sido mostrados no vídeo. Ao todo, eles faziam isso com 100 conjuntos de letras.

Fonte: Correio Brasiliense

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