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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

domingo, 14 de abril de 2013

Os bolachões sobrevivem


Você sabe o que é um vinil? É mídia de reprodução musical que surgiu nos anos 1940. O LP (Long Play) é feito de plástico e as informações de áudio são reproduzidas pela vitrola ou toca-discos. Entre 1980 e 1990, o formato perdeu espaço para o CD e para os arquivos digitais. Mesmo assim, tem muitos admiradores. E não são só os mais velhos!
Andréa Iseki
Vitória de Mello Galhardo, 15 anos, de Santo André (acima), é uma. Há três anos a vontade de decorar as paredes do quarto com discos transformou-se em paixão por ouvi-los. "Me surpreendi quando achei LPs do Pink Floyd e Iron Maiden na casa da minha avó. Eram da minha mãe e do meu tio", conta a garota, que pegou o toca-discos da avó para ouvir os cerca de 50 vinis.
Lucas Rodrigues, 18, de São Caetano, é  de Green Day e sempre procura por discos dos ídolos. "Para colecionador, o vinil é mais especial de guardar. Gosto mais da qualidade do som", afirma Lucas, que tem banda cover do grupo.
Para Mayrton Bahia, coordenador do curso de Produção Fonográfica da Estácio de Sá, o som digital tem qualidade superior ao do vinil, mas o disco tem valor sentimental. "São várias etapas de produção até chegar ao produto final. Além disso, possui limitações que não existem nos arquivos digitais. Porém, as pessoas têm relação afetiva e histórica."
Anderson Silva
Bruno Leopaldo (acima), 17, de São Caetano, acredita que se não fosse pelos pais não curtiria os bolachões. "Tem gente que gosta, mas não encontra vitrola para comprar ou acha os discos caros. Tem muitos que preferem baixar músicas da internet." Entre seus artistas favoritos estão Elton John, The Beatles e Elis Regina. "Dá saudade de uma época que nem vivi. É bom para relaxar e viajar nos pensamentos."
Mesmo com a febre digital, dados de 2012 da Polysom, única fábrica de discos da América Latina, apontam que a produção de LPs aumentou 110% se comparado ao ano anterior. "O vinil não vai morrer, mas está ligado a nichos", diz Mayrton Bahia.
Artistas têm apostado nisso, como o Agridoce, projeto paralelo da cantora Pitty com o músico Martin. "O formato digital é prático, mas deixa a desejar em personalidade na sonoridade e em apelo estético. No vinil há interferências causadas pelo caráter mecânico da produção, o que é bacana", explica Martin. Além disso, artistas estão relançando CDs em LPs, como a própria Pitty. O vinil de Admirável Chip Novo deve chegar neste mês às lojas para comemorar os dez anos do lançamento.
Fonte: www.dgabc.com.br

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