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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Sete opções para quem detesta Carnaval




Carnaval não é unanimidade. Há quem goste de tudo, dos bailes, dos desfiles de escola de samba, do ambiente perverso/caótico, da liberalidade, do pretexto para encher a cara, do conceito hedonista de “viver o momento” e tudo o mais que a data evoca. Mas há quem não suporta nada disso, os chamados “carnafóbicos”, e procura alternativas nas quais possa se isolar de qualquer menção ou fato relacionado com a data. Para esses, damos as seguintes opções:
1 – Trabalho
É a alternativa mais clássica do verdadeiro carnafóbico. O projeto começa semanas antes, quando se começa a acumular trabalho para levar para casa. E durante os quatro dias de festa, o carnafóbico fecha as janelas e cortinas, desliga a TV, cancela a entrega do jornal e apenas trabalha.
2- Retiro Espiritual
É a segunda alternativa mais clássica do carnafóbico. O problema é que os retiros espirituais modernos têm até baile de mascarado. Procure bem.
3-  Curso de grego antigo
Um curso assim certamente vai afastar os alunos de qualquer pensamento carnavalesco. Dedique-se, se possível, a discussões filosóficas e antropológicas. Na pior das hipóteses, você vai acabar dormindo.
4- Namoro
Um namoro recém-adquirido é a melhor opção para sumir do carnaval. Passar quatro dias num quarto escuro é completamente carnafóbico. Se sua namorada não é nova ou se você é casado há muito tempo, é mais difícil. Nesse caso, arrume uma amante.
5- Viagem ao exterior
É muito charmoso e chique fugir do carnaval em Paris, Londres ou Roma. Mas caro. Se você não tiver dinheiro, pegue o “Trem de La Muerte” e vá à Bolívia.
6- Curitiba
Essa é uma cidade que não se envolve muito com carnaval. Mas não basta ir até lá. É fundamental assistir ao teatro de bonecos do Dr. Botica.
7- Curso de mergulho
Parece perfeito, não é? Permanecer a vinte metros de profundidade em alto mar, sem ouvir som ou qualquer movimentação… é o sonho de todo carnafóbico. O problema é que o ar acaba e a volta à realidade é inevitável.
Fonte: Revista Club Alfa

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