Quem sou eu

Minha foto

Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Programa da 'Net Geo' fala sobre as dificuldades de quem é tachado de feio


Programa da 'Net Geo' fala sobre as dificuldades de quem é tachado de feio
"Programa mostra pessoas que vivem bem com a feiura"


Se quem não foi agraciado pela natureza com um belo rosto precisa cortar dobrado para conquistar alguém, o desafio se repete na hora de arranjar um emprego. Esse é o fio condutor do episódio desta semana da série Tabu, que o Nat Geo exibe todas as quartas-feiras, às 21h30.

No próximo programa, especialistas falam como a beleza influencia no ganha-pão. "Se eu sou feio, preciso me desenvolver mais no que sou bom, trabalhar mais", explica Daniel Hamermesh, doutor em economia pela Universidade de Yale, um dos convidados da atração, que intercala depoimentos de quem já passou por situações complicadas por não ser bonito. "Tem gente que passa por cirurgias estéticas para tentar conseguir um emprego. Mas esses procedimentos não fazem muita diferença. Talvez você se sinta melhor, mas é só isso", avalia.

O programa mostrará ainda histórias de pessoas que não se encaixam no padrão de beleza e que ganham dinheiro, como os contratados da agência inglesa Ugly, que usa modelos com rostos feios em comerciais. Um dos modelos da empresa afirma que fatura alto, porém, costuma mentir sobre o trabalho, pois as pessoas com quem conversa não acreditam que ele trabalha posando para fotos.
Ao analisar as situações mostradas na série, Daniel Hamermesh diz que toma cuidado para não ofender os participantes. "Eu não digo que a pessoa não é bonita. As pessoas sabem que não são", disse ao Estado em entrevista por telefone com outros jornalistas da América Latina. "O programa não vai revolucionar o comportamento humano, mas acho que ajuda."

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Participe do nosso blog, comentando, sugerindo e deixando o seu recado.

Postagens populares

Total de visualizações de página

Páginas