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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Rivais na final de domingo, Brasil e Espanha fizeram jogos decisivos em todos os Mundiais


O confronto mais esperado do Mundial de Futsal vai acontecer neste domingo, na grande decisão da competição que está sendo realizada na Tailândia. Maiores rivais do esporte, Brasil e Espanha passaram por Colômbia e Itália, respectivamente, nesta sexta-feira e ficarão frente a frente pela sétima vez em sete Copas do Mundo disputadas – contando apenas as que foram organizadas pela Fifa. As duas seleções fizeram jogos decisivos em todas as edições, com boa vantagem brasileira (6 a 2), mas muito equilíbrio dentro de quadra.

“A Espanha tem tudo de bom. É a seleção que nos últimos anos sempre chegou com o Brasil na final, aprendeu com os brasileiros a jogar junto, então é um jogo igual. É bom os dois se conhecerem bastante. Não existe vantagem. O jogo vai se decidir nos detalhes. A gente espera que a gente esteja bem fisicamente, bem de cabeça, para fazer um bom jogo”, disse o técnico Márcio Sorato.
Divulgação
Brasil quase caiu na 1ª fase em 1989, mas venceu a Espanha e seguiu vivo
Brasil quase caiu na 1ª fase em 1989, mas venceu a Espanha

O histórico entre Brasil e Espanha começou logo na primeira fase do primeiro Mundial organizado pela Fifa, em 1989. As duas seleções chegaram à última rodada lutando por uma vaga na segunda fase, com vantagem de empate para os espanhóis. Os brasileiros, porém, fizeram 4 a 1 nos rivais (gols de Raul, Benatti e dois de Marquinhos), avançaram com a primeira posição do grupo e depois acabaram campeões.

O placar é o mesmo do confronto seguinte, este já na semifinal do Mundial de 1992. Desta vez, foi Vander quem brilhou. Ele fez três gols e comandou a vitória verde-amarela - Ortiz completou o placar. Na final, o Brasil passou pelos Estados Unidos e ficou com o bicampeonato.

Quatro anos depois, as duas seleções se encontraram pela primeira vez em uma decisão. Em Mundial disputa na Espanha, o Brasil sofreu mais para vencer: 6 a 4 – Danilo (2), Choco, Márcio, Vander e Manoel Tobias marcaram os gols brasileiros.
Getty
Espanha tirou o Brasil da decisão pela primeira vez em 2004
Espanha tirou o Brasil da decisão pela primeira vez em 2004

A resposta espanhola veio em dose dupla nos Mundiais seguintes. Em 2000, os espanhóis bateram os brasileiros por 4 a 3 na decisão. Quatro anos depois, a seleção verde-amarela ficou fora da final pela primeira vez após ser derrota pelos ibéricos nos pênaltis da semifinal. 

Depois de duas derrotas seguidas, o Brasil voltou a ser campeão em 2008, em Mundial disputado no Rio de Janeiro. Não houve, porém, nenhuma facilidade. Na final, a seleção então comandada por PC Oliveira precisou dos pênaltis para bater a Espanha na decisão após um empate por 2 a 2 no tempo normal.

Do time campeão em 2008, sete jogadores continuam na seleção brasileira: Tiago, Franklin, Gabriel, Ari, Vinicius, Falcão e Wilde. Do lado da Espanha, oito atletas foram mantidos: Juanjo (que agora virou o goleiro titular), Cristian, Kike, Ortiz, Torras, Fernandão, Álvaro e Borja.

“Acho que agora começa outro campeonato. No jogo contra a Espanha dá para apostar mais em marcação. É um jogo mais natural do que jogos que fizemos contra Argentina e Colômbia. Eles são muito completos, levam uma vantagem muito grande porque lá todos os times têm o mesmo padrão. Quando chegam na seleção, todos já sabem. No Brasil, cada um joga com um esquema tático. Temos que ter muito cuidado e muito respeito por eles”, analisou Vinícius.
Getty
Brasil voltou a bater a Espanha em 2008, mas sofreu para ficar com taça
Brasil voltou a bater a Espanha em 2008, mas sofreu para ficar com taça; título veio apenas após disputa de pênaltis
Fonte: http://espn.estadao.com.br/noticia/293384_rivais-na-final-de-domingo-brasil-e-espanha-fizeram-jogos-decisivos-em-todos-os-mundiais

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