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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

domingo, 25 de novembro de 2012

Autocomplete: o reflexo da sociedade?


Frases e perguntas que aparecem automaticamente em serviços de busca refletem o que as pessoas mais procuram na internet

por Redação Galileu

Vamos fazer um exercício. Digite 'onde' no Google e espere. Não dê 'enter'. Espere a mágica do autocomplete entregar a você as palavras mais digitadas depois de 'onde', através do autocomplete. Esse foi o nosso resultado:

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Então quer dizer que 'onde eu chego eu paro tudo' são as palavras mais digitadas depois de 'onde' no Google? E 'onde está Chuck Norris' ocupa a quarta posição? Segundo o Google e o Bing, sim - pelo menos em sua região. O autocomplete ou 'autosuggest', no caso do Bing, são mecanismos que servem para: 1. poupar seu tempo na hora de digitar perguntas, combinando palavras mais prováveis de serem digitadas por pessoas da sua região e 2. entregar resultados de pesquisa mais precisos prevenindo erros de ortografia. Mas, ultimamente, eles também servem para revelar padrões interessantes da nossa sociedade.

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Chuck Norris fazendo sucesso
Existem até pessoas que estudam os mecanismos de pesquisa para entender melhor os internautas. Em entrevista para o Telegraph, o editor do Search Engine Land, um site especializado em padrões de pesquisa, Danny Sullivan, conta que as pessoas encaram sites de busca como seus melhores amigos. "Lá perguntamos coisas que não teríamos coragem de perguntar nem para as pessoas mais próximas", explica. "Não nos sentimos julgados quando digitamos as dúvidas mais absurdas".
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Os pesquisadores afirmam que a maior quantidade de perguntas são sobre assuntos polêmicos - qual celebridade ou político é homossexual, muitas perguntas relacionadas a sexo. Mas em nosso teste (sim, somos curiosos e testamos) parece que o Google bloqueia o autocomplete para termos como 'gay' e 'sexo'. Já o Bing retorna resultados.

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Ainda de acordo com os pesquisadores, o fato de usarmos ferramentas como essa reflete a natureza do internauta atual. Pesquisas analisaram o cérebro das pessoas enquanto elas navegavam na internet e descobriram que coisas que acelerem nossa vida online - como dar apenas um enter em vez de digitar uma palavra inteira - podem nos deixar mais felizes, mesmo que representem pouca diferença de tempo.
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E você, concorda que o autocomplete é um reflexo da sociedade? Qual foi o mais bizarro que você já encontrou ao fazer uma busca? Deixe sua opinião nos comentários. 
Fonte: revistagalileu.globo.com

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