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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Produtos tecnológicos são comprados mais por desejo, aponta pesquisa


Até debaixo d'água: americanos fazem fila para adquirir novo modelo de tablet (Brendan McDermid/Reuters - 16/3/11)
Até debaixo d'água: americanos fazem fila para adquirir novo modelo de tablet


O novo modelo de um popular smartphone ainda nem esfriou nas mãos de seus ávidos proprietários e já há quem sonhe com o lançamento da próxima versão, no ano que vem. E passado menos de um mês, a novidade perde a graça e os tecnomaníacos não se sentem tão satisfeitos com a compra quanto nos primeiros dias. É possível que esse cenário não seja facilmente identificado no Brasil hoje, mas é dessa forma que um estudo realizado pela Universidade de Washington em St. Louis, nos Estados Unidos, descreve os consumidores de tecnologia na atualidade. Possuir um lançamento, indica a pesquisa, se tornou mais importante do que realmente usar todas as funcionalidades e possibilidades do aparelho.

Para os cientistas, as pessoas não compram mais um equipamento simplesmente por necessidade, mas por um desejo de ter as últimas novidades. Assim, elas acabam optando por aparelhos multifuncionais que não são aproveitados em sua totalidade. O professor de marketing e principal autor do artigo, Joseph K. Goodman, constatou, ao fim de cinco estudos e três pesquisas de produto, que os consumidores chegaram a um estágio em que não conseguem nem estimar a taxa de uso dos recursos existentes em um produto antes de adquiri-lo. O comportamento afetaria diretamente a satisfação com a mercadoria. “Concluímos que os consumidores se concentram em possuir as diversas funcionalidades de um aparelho em vez de racionalizarem quantas vezes uma delas realmente será utilizada. Quando fazem essa relação, tendem a comprar produtos com menos destaque e ficam até mais satisfeitos”, afirma Goodman. 

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