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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Software pode prever ações terroristas


Com tecnologia parecida com a de sites de vendas, programa quer adivinhar comportamento de grupo terrorista

por Redação Galileu
Editora Globo
Algoritmos em prol da paz. Objetivo é se antecipar ao terrorismo através de estatísticas //Crédito: ShutterStock
Em 26 de novembro de 2008, dois hotéis, um centro judaico, uma estação ferroviária e um quartel general de Mumbai foram invadidos por 10 homens armados. Eles abriram fogo, fizeram reféns, jogaram granadas e explodiram carros-bomba por onde passaram. O terror na maior cidade da Índia durou 3 dias. Saldo final: 166 mortos e 300 feridos. A organização paquistanesa Lashkar-e-Taiba (“Exército de Deus”) assumiu a autoria dos ataques. Um dos terroristas disse que ele e seus comparsas usaram o Google Earth para se familiarizar com os diferentes cenários atingidos. Quase 4 anos depois, a tecnologia está sendo usada novamente, agora para impedir que tragédias como essa se repitam: a ideia é adivinhar os passos dos terroristas. 

A proposta é ambiciosa, mas não dá pra pensar pequeno quando estamos falando de pessoas dispostas a morrer por uma causa – desde que dezenas de outras morram também. A maioria dos sites de comércio online realiza diversos cálculos para sugerir coisas para você comprar, tendo como base suas últimas aquisições. Pesquisadores da Universidade de Maryland, nos EUA, pegaram essa lógica e a aplicaram em ataques terroristas – ao analisar a metodologia de ações anteriores é possível determinar data e local de novas ações? Dá pra decifrar um padrão por trás dos ataques? Aparentemente sim.

O projeto virou até livro. Com o nome “Análise Computacional de Grupos Terroristas: o Lashkar-e-Taiba”, a pesquisa mantém o foco no grupo paquistanês. Analisando os 22 anos de atividades do LeT através de jornais, revistas e artigos acadêmicos, 770 variáveis foram criadas é a partir delas que as previsões são feitas. Um exemplo: os cálculos mostram que o a melhor forma de conter as ofensivas do grupo é a pressão diplomática – outras estratégias que não levarem isso em conta estarão fadadas ao fracasso. Ações militares contra o LeT tiveram um sucesso relativo, o que deu resultado ao longo do tempo foi incentivar a dissidência entre líderes do grupo. 

O software descobriu que quando o LeT recebe ajuda financeira da diáspora paquistanesa e, ao mesmo tempo, está envolvido em algum tipo de atividade comercial no país, a possibilidade de um ataque armado é de 71,4%. Se uma dessas prerrogativas não existir, a chance cai para 0,02%. Mohamed Kasab, único terrorista sobrevivente do massacre (os outros 9 foram executados pela polícia do país durante os ataques) acaba de ser condenado à pena de morte pela justiça indiana. 

Fonte: Revista Galileu

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