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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

73% dos brasileiros não sabem ler textos em inglês


Na classe A/B percentual cai para 46%, enquanto, na D/E sobe para 92%.
​Saber uma segunda língua, em especial o inglês, é uma exigência comum no mercado de trabalho.  Mas dados do IBOPE Inteligência demonstram que a capacidade do brasileiro em  interpretar textos em idioma estrangeiro  está longe de ser a ideal.

Em dezembro de 2011, a pesquisa Bus do IBOPE Inteligência ouviu a população nacional para saber a qualidade do inglês de cada entrevistado. O estudo perguntou aos entrevistados como eles definiriam a “capacidade de ler e entender uma notícia simples de jornal em inglês”.

Os resultados mostram que 73% consideram não saber o idioma e 13% avaliam ter capacidade baixa ou muito baixa. Outros 10% avaliam ter capacidade média e moderada e somente 3% julgam ter competência alta ou muito alta de leitura. 

Entretanto, esses percentuais mudam de acordo com as classes sociais. Nas classes A/B, 46% dizem não saber ler em inglês, enquanto 9% declaram ter capacidade alta ou muito alta. Na classe C, 79% afirmam não saber a língua e 2% dizem ter habilidade alta ou muito alta. Já nas classes D/E, 92 % dizem não saber o idioma e não há quem afirme ter capacidade alta ou muito alta.

Escrever em inglês
Dentre as pessoas que informaram ter alguma capacidade para ler, 55% dizem ser baixa ou muito baixa a capacidade de “escrever uma carta simples em inglês para um amigo, seja para fins pessoais ou profissionais”. Outros 30% disseram ter capacidade moderada e apenas 8% disseram ter capacidade alta ou muito alta.

Fonte: IBOPE

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