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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sábado, 18 de agosto de 2012

COB solicita revisão da luta de Esquiva


O árbitro da luta admitiu que não tinha intenção de definir o resultado final com a punição aplicada ao brasileiro
Esquiva Falcão perdeu o ouro para o japonês Ryoro Murata por causa da punição do árbitro / Jack Gues/AFPEsquiva Falcão perdeu o ouro para o japonês Ryoro Murata por causa da punição do árbitroJack Gues/AFP

O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) informou que enviou, nesta sexta-feira, uma carta à Associação Internacional de Boxe (AIBA) solicitando a revisão do resultado da luta final do boxeador Esquiva Florentino Falcão nos Jogos Olímpicos Londres. A decisão, segundo a entidade, foi tomada após a divulgação de notícias nos jornais brasileiros de que o árbitro polonês Mariusz Gorn se arrependeu de ter punido o pugilista brasileiro com a perda de dois pontos, no combate que decidiu a medalha de ouro olímpica da categoria até 75Kg. A vitória ficou com japonês Ryoto Murata, por 14 a 13.

"De acordo com informações veiculadas na mídia, após a luta o árbitro polonês admitiu ao oficial brasileiro Jones Kennedy que a punição por excesso de contato físico acabou definindo o resultado final, e que a mesma só foi aplicada porque Mariusz Gorn achava que o atleta brasileiro não seria tão prejudicado pela punição", diz trecho da nota do COB.


Dessa forma, o COB solicitou que a AIBA tome as providências cabíveis para que o resultado da luta seja revisto.

"Tudo indica que houve um erro de interpretação do árbitro, por isso pedimos que a AIBA reveja o resultado final da luta. O COB tem o dever de lutar pelos interesses dos atletas brasileiros", afirmou o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman.

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