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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Piezoelectric Viruses Produce Electricity in a Pinch

Piezoelectric Viruses Produce Electricity in a Pinch
The problem with current piezoelectric systems is that they're typically made from toxic materials. But boffins at the Berkeley Lab have devised an ingeniously green alternative—current-creating bacteriophages.
The M13 bacteriophage virus normally spends its time infecting and replicating within E. colibacteria. However, it also has a couple of handy perks including the ability to generate electric current when compressed, readily replicate, and also a habit of aligning itself into orderly rows.
Berkeley Lab scientists shoehorned this virus into battery form by stacking 20 layers of a genetically-modified version of M13 atop a gold substrate and attaching leads. The result—a tiny battery able to output six nanoamperes at 400 millivolts. Granted, that's a very small amount of current—like,snail generator-levels of charge—but still.
If the technology can be scaled up commercial levels, the possible applications are nearly endless. They could be implanted in roads to generate power as cars travel over them, implanted in the soles of your shoes to recharge your mobile devices as you walk, or power an office's lighting simply from the foot traffic in the lobby. [Nature - Berkeley Lab via ExtremeTech]

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