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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Marcas que fizeram #fail nas mídias sociais – o primeiro grande #fail

Hoje em dia o vídeo é o objeto social mais compartilhado na web, mas sete anos atrás seria difícil acreditar que algumas imagens filmadas por um consumidor pudessem causar algum tipo de preocupação para uma marca. Foi o que aconteceu em 2004. Esse é provavelmente um dos primeiros grandes #fails a causar estrago e ameaçar a reputação de uma marca nas mídias sociais.
A Kryptonite é uma empresa americana que fabrica cadeados e travas de segurança para bicicletas, vendidas em todo o mundo, conhecidas por sua tecnologia e consideradas invioláveis – até setembro de 2004.
Naquela data, um usuário do fórum bikeforums.net, publicou um tópico alertando sobre a vulnerabilidade da trava Evolution 2000, onde o mesmo alegou que era possível abri-la apenas com uma caneta BIC, com pouco esforço.
“This has to be the most absurd thing I’ve ever seen. Try it. Take the end off the pen, jam it in the lock, wiggle around and twist.”
Na mesma época, um blog de tecnologia chamado Engadget começava a ganhar força na web e estava prestes a ser comprado pela AOL. Inspirados pela reclamação do consumidor publicada no Fórum, o pessoal do Blog resolveu seguir as instruções fornecidas no tópico e fazer um vídeo com o passo a passo de como abrir a trava com uma caneta BIC.
Em 2004 os Blogs não tinham o poder que tem hoje, e a empresa acabou por não dar a devida importância ao fato e demorou em estruturar uma resposta ao mau funcionamento de seu produto. Vídeos mostrando como as trancas poderiam ser abertas se espalharam pela Internet em apenas alguns dias e, apesar das evidências, a empresa negou o defeito no produto. A crise finalmente atingiu proporções gigantescas e acabou indo parar nas páginas do New York Times de 17 de setembro de 2004.

A Kryptonite se viu em meio a uma tempestade, e criou um programa de recall que substituiu mais de 400.000 travas em 21 países gratuitamente. Durante esse período, a empresa teve um prejuízo estimado em US$ 10 milhões e sofreu um grande arranhão na imagem de sua marca. Considerando o balanço anual, o prejuízo foi maior ainda – 25 milhões de dólares.
Depois desse episódio, a empresa implementou processos significativos para aperfeiçoar a qualidade e segurança de suas travas.
Um fato interessante é que mesmo anos depois do ocorrido, histórias continuam a circular na internet e até no cinema. No filme “Queime depois de ler”, uma fala do personagem de Brad Pitt faz referência ao #fail:
“Isso é apenas uma trava Kryptonite, você pode abri-las com uma caneta BIC”.
As mídias sociais podem assumir o papel de vilãs quando subestimadas! Não é por acaso que hoje as empresas estão sempre em alerta a qualquer vídeo publicado na web sobre seus produtos e serviços.

Fonte: midiassociais.net

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