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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Dilma avalia com ministros vetos ao Código Florestal


Dilma Rousseff se reúne com ministros para avaliar vetos ao Código Florestal
A presidente Dilma Rousseff manteve reunião neste fim de semana com vários ministros, no Palácio do Alvorada, para discutir os possíveis vetos ao novo texto do Código Florestal.
A presidenta Dilma tem até o dia 25 deste mês para sancionar ou vetar - parcial ou totalmente - o texto aprovado pela Câmara dos Deputados. O texto do Congresso Nacional chegou à Casa Civil no último dia 7.
Participaram da reunião no Palácio do Alvorada as ministras do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, da Comunicação Social, Helena Chagas, do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, da Agricultura, Mendes Ribeiro, e o representante da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams.
O texto do novo Código Florestal aprovado pelos deputados desagradou ambientalistas e não era a versão que o Palácio do Planalto esperava aprovar. Durante a tramitação no Senado, o governo conseguiu chegar a um texto mais equilibrado, mas a bancada ruralista na Câmara alterou o projeto e voltou a incluir pontos controversos.


Fontes: Portal Terra/Jornal do Brasil Online

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