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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

As 5 piores trapalhadas do cérebro


Às vezes somos sabotados pelo nosso próprio cérebro. Conheça e entenda os principais bugs que acontecem dentro da nossa cabeça

por Redação Galileu
Editora Globo
De tanto sacanear, o "Scumbag Brain" (Cérebro Desprezível) virou até meme //Crédito: Reprodução 9gag
Nosso cérebro é um dos sistemas mais perfeitos da natureza. Mesmo assim, como tudo nessa vida, ele também está sujeito à panes. Algumas situações simplesmente o impedem de funcionar como o esperado. Mas não é culpa dele. Confira essa lista de pequenas sabotagens cerebrais - e a explicação científica por trás delas.
Amnésia Instântanea - Você já entrou em uma sala sem fazer a menor idéia do que você foi fazer lá? Culpa das portas. Psicólogos da Universidade de Notre Dame descobriram que, ao passar por uma porta, nossa mente separa os pensamentos da sala anterior e prepara uma espécie de folha em branco para o novo ambiente. Essa ação, chamada de “fronteira evento”, nos ajuda a organizar a linha de raciocínio conforme caminhamos por diferentes locais. Será que ajuda mesmo?
Barulhinho Ruim - Nossa vida cotidiana está cheia de barulhinhos, um mais irritante que o outro. Os aparatos tecnológicos, os meios de transporte, o alarme que te acorda pela manhã: se incomodar com um som alto e repetitivo é tarefa diária. Esses tipos de barulho são tão perturbadores, porque causam pequenas falhas cerebrais toda vez que os ouvimos. A explicação científica é que nossa espécie não evoluiu ouvindo esse tipo de ruído. Os sons presentes na natureza são resultado de uma transferência de energia que vai se dissipando aos poucos. O alarme do carro que disparou bem embaixo da sua janela, de madrugada, não. Ele não muda e nem diminui com o tempo, fazendo com que seu cérebro tente entender o que é da onde vem esse som perturbador.
Imagem e Semelhança - Difícil acreditar, mas nosso cérebro tem sérias dificuldades em compreender uma foto. Ele não lida muito bem com o fato de uma foto ser a reprodução de um objeto, e não o objeto em si. O mesmo acontece com fotos de pessoas: estudos comprovam que nós temos um aproveitamento muito maior em acertar dardos em fotos de Hitler do que em imagens de bebês sorridentes. Nossa mira melhora quando devemos destruir alguém que nos desperta ódio, mesmo que esse alguém esteja apenas impresso no papel. O mesmo estudo mostra que as pessoas tendem a suar mais que o comum quando solicitadas a despedaçar a foto de um objeto que era importante para elas durante a infância.
Vibrações do Além - Se você sente seu celular vibrando a todo o momento, mesmo quando ninguém te ligou ou enviou mensagens, você provavelmente experimentou um fenômeno chamado vibrações fantasma, apenas mais uma trapalhada do nosso querido cérebro. Assim como as outras falhas, precisamos voltar para o passado para entender o que as motiva. Centenas de milhares de anos atrás, o canto dos nossos olhos confundia pedaços curvilíneos de pau com cobras potencialmente ameaçadoras. Hoje, qualquer ronco do nosso estômago ou farfalhar de um tecido com outro provoca esse mesmo estado de alerta. Apesar de equivocada, a intenção do cérebro é boa: dar sentido ao caos sensorial que permeia nossas vidas.
Espirro Luminoso - A cada quatro pessoas, uma espirra quando olha diretamente para uma luz muito brilhante. Apesar de relativamente comum, esse fenômeno é pouco compreendido pelos cientistas. O que se sabe é que o espirro normalmente é causado quando algo “irritante” entra em nosso nariz. Outra reação conhecida é o encolhimento das nossas pupilas em um ambiente muito iluminado. A hipótese é que esses reflexos se misturam pelas complexas vias neuronais, fazendo com que a luz forte provoque ambas as reações.
Fonte: Revista Galileu Online

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