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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Rainha da Dinamarca completa 40 anos à frente do país


A rainha Margrethe 2ª da Dinamarca, 71, considerou nesta terça-feira "um dever de sua vida" seguir no trono, a poucos dias de completar quatro décadas como chefe de Estado do país.
"É inerente ao cargo que se tem, é sua própria essência", disse a monarca em entrevista coletiva acrescentando que a condição de rainha é uma "obrigação" com a qual está "muito à vontade".
A monarca dinamarquesa subiu ao trono com a morte de seu pai, Frederico 9º, em 15 de janeiro de 1972. Quase 40 anos depois, a rainha lembrou seu nervosismo naquele dia e como pensou "que precisava provar que podia assumir o cargo".
Stine Bidstrup/Associated Press
Margrethe 2ª fala à imprensa em coletiva no palácio de Amalienborg, na capital dinamarquesa, nesta terça-feira
Margrethe 2ª fala à imprensa em coletiva no palácio de Amalienborg, na capital dinamarquesa, nesta terça-feira
"Acho que sei mais sobre a vida das pessoas comuns do que muitos pensam", disse em entrevista coletiva na qual estava muito risonha e falou em quatro idiomas: dinamarquês, inglês, sueco e francês.
Margrethe 2ª ironizou o fato de se negar a ter um telefone celular e admitiu que sua família brinca com ela por sua falta de apego às novas tecnologias.
Horas antes da entrevista coletiva, a rainha, acompanhada por outros membros da família real, participou de uma recepção no Parlamento que abriu o programa de atos que terminará no final de semana, quando forem completados os 40 anos de sua coroação.
Os 12 deputados da coalizão Lista Única, assim como uma deputada do Partido Radical Liberal, um dos membros da coalizão no poder, se ausentaram da recepção.
"Achamos profundamente antiquado e uma expressão de um pensamento antidemocrático ter um sistema onde esses títulos são herdados. Queremos trocá-lo e enquanto seguir existindo não participaremos de atos de homenagem simbólica à realeza", afirmou Per Clausen, porta-voz parlamentar da Lista Única.
O programa de atos do aniversário continuará nesta terça-feira com a inauguração de duas exposições sobre a rainha, enquanto no sábado ela e seu marido percorrerão em carreata o centro de Copenhague até chegar à prefeitura, onde serão recebidos pelo prefeito.

Fonte: Folha.com

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