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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Peer Gynt (suíte 1,opus 46) - Orquestra Sinfônica de Sidney - pt. 4

Peer Gynt é o nome de uma peça teatral em cinco atos escrita pelo dramaturgo Henrik Ibsen.  A peça, toda escrita em versos, é uma adaptação livre do conto de fadas Per Gynt.

Inicialmente Ibsen não a queria apresentada em palco, contudo, tempos depois (no ano de 1874), ao mudar de ideia, pediu ao compositor clássico Edvard Grieg que fizesse a música para o seu drama.

Enorme sucesso desde a sua primeira apresentação (1876), a peça tornou-se um sucesso. Sua ação dramática e composição visual eram dignas do roteiro de um filme, indo além das limitações formais e materiais do teatro da época.
Por sua vez, a música original composta por Grieg também figura entre as peças clássicas mais ouvidas e respeitadas até hoje. Foi a trilha sonora perfeita para o drama do fabuloso Ibsen.
O vídeo abaixo, com a Orquestra Sinfônica de Sidney, traz a força dramática e a vivacidade da música de Grieg aliada ao vigor dos trechos declamados em meio à peça. 
O trecho que abre essa 4ª parte da apresentação, em seu 1 minuto e meio inicial, apresenta a magistral suíte nº 1, Opus 46, IV,  denominada "In the hall of the mountain king". Um trecho de um impressionismo fabuloso.

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