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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Nenhum país está imune, mas Brasil está mais bem protegido, avalia FMI

Por Alexandro Martello Do G1, em Brasília
 
Nenhum país está imune a esta nova etapa da crise financeira internacional, mas o Brasil está mais bem protegido do que outras nações, segundo avaliou a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde nesta quinta-feira (1º). Ela se reuniu hoje com a presidente Dilma Rousseff e com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ainda nesta tarde, também tem encontro agendado com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.
 
"Não acho que nenhum país esteja imune [aos efeitos da crise financeira]. Os caminhos do contágio [das turbulências externas] podem ser via comércio ou finanças. Mas alguns países estarão mais protegidos. É a situação do Brasil (...) O Brasil está mais bem protegido do que outros países dos efeitos de contaminação, ou de terceiras consequências da crise do euro", declarou ela, ao lado do ministro Guido Mantega.
A presidente Dilma Rousseff cumprimenta a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, em seu gabinete, no Palácio do Planalto (Foto: Ueslei Marcelino / Reuters)Dilma cumprimenta Lagarde, em seu gabinete, no Palácio do Planalto (Foto: Ueslei Marcelino / Reuters)

Na avaliação de Lagarde, o Brasil está em uma situação econômica "muito favorável" devido à poíticas macroeconômicas "sólidas". "Como resultado destas políticas tão bem estabelecidas, e porque o Brasil já passou por um histórico de crises, de reconstrução e readequação, e tem um sistema financeiro capitalizado e sólido, está mais bem protegido", afirmou ela.

Segundo a diretora-gerente do FMI, o Brasil está estabelecendo padrões de desenvolvimento econômico para os países da América Latina e para outras regiões do mundo. Lagarde informou ter partilhado com o ministro Guido Mantega preocupações com a zona do euro.

"A expectativa é de que os parceiros europeus vão conseguir montar um conjunto forte e resiliente para tratar da crise. A situação não é apenas prejudicial para aquela parte da economia global, mas também tem repercussões em outros lugares. Fiquei encorajada em ouvir do apoio do Brasil para reforçar e fortalecer o fundo com aportes de recursos", disse ela a jornalistas.

Lagarde lembrou ainda do compromisso dos líderes do G20 de colocarem mais recursos no FMI, caso seja necessário, para que a instituição possa exercer sua função de impedir o alastramento da crise. "Sem teto, ou limites. Depende das circunstâncias. Tenho certeza que os [países] membros do FMI, que têm confiança em sua dependência e especialização, vão fazer o necessário. Quanto vai ser necessário, vai depender das circunstâncias", concluiu ela.

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