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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Dica de Leitura: Liberdade para as ideias que odiamos (Anthony Lewis)


Tradução: Rosana Nucci
Capa: Anita van de Ven
Publicação: outubro de 2011
Número de páginas: 248
Formato: 14 x 21 cm
Preço: R$ 40,00


 
LIBERDADE PARA AS IDEIAS QUE ODIAMOS
 
Uma biografia da Primeira Emenda à Constituição Americana
Anthony Lewis

Em Liberdade para as ideias que odiamos, Anthony Lewis descreve casos judiciais que constituíram marcos na expansão das liberdades de expressão e de imprensa nos Estados Unidos e analisa o modo como a Suprema Corte americana as avaliou em relação a outros direitos. O direito à privacidade, por exemplo, confrontado com o direito da imprensa a publicar informações sobre a vida pessoal de alguém; o direito de um réu a ser julgado por um júri isento de pressões da opinião pública, de um lado, e, de, outro, o direito da imprensa a noticiar um caso enquanto ele se desenvolve; o pleno direito de livre expressão contraposto ao direito das pessoas a não ser alvo do discurso do ódio.
No relato de Lewis, alguns temas se destacam: a utilização do medo por  políticos e pelo governo para reprimir opiniões contrárias, como na época do mccartismo; a atuação da imprensa, notável em alguns momentos pelo empenho na busca e divulgação da verdade e, em outros, como no pós-11 de Setembro, pela complacência com o poder estabelecido; as posições adotadas por juízes em defesa da liberdade, por vezes contrariando a opinião pública vigente.
As histórias contadas –  algumas chocantes, ou pungentes, outras engraçadas, até absurdas – ajudam a entender como a liberdade americana foi conquistada e põem em relevo um ingrediente essencial para essa conquista. Como diz Anthony Lewis: “Mesmo em um país com garantias constitucionais de liberdade, é necessário algo mais para resistir ao medo e a seus manipuladores. Trata-se de coragem”.

SOBRE O AUTOR
Anthony Lewis nasceu em 1927, formou-se em direito em Harvard em 1948 e iniciou sua carreira de jornalista em 1952. Ganhou duas vezes o Prêmio Pulitzer (1955 e 1963) e foi colunista do jornal The New York Times de 1969 a 2001. Lewis lecionou na Harvard Law School e na Escola de Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Columbia. É diretor do Committee to Protect Journalists (CPJ), que denuncia ataques à liberdade de imprensa e defende jornalistas ameaçados em todo o mundo. É autor de vários livros, entre os quais A trombeta de Gedeão (Forense, 1964) e Make no law: The Sullivan case and the First Amendment (Random House, 1991).

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