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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Dia dos Direitos Humanos: justiça, dignidade e igualdade





Nova York (RV) - As Nações Unidas celebram, neste sábado, o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Numa mensagem, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, ressalta que "os direitos humanos pertencem a cada um de nós sem exceção, mas se não os conhecemos, se não pretendemos que sejam respeitados e não defendemos o nosso direito e os dos outros, permanecerão somente palavras vazias num documento escrito décadas atrás".

Segundo Ban, a importância dos direitos humanos foi muitas vezes enfatizada este ano. "Em todo o mundo, as pessoas se mobilizaram pedindo justiça, dignidade, igualdade e plena participação, direitos consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Muitos desses ativistas continuaram fazendo manifestações pacíficas, apesar de terem sido várias vezes objeto de repressão violenta" – ressalta ele.

O Secretário-Geral da ONU ressalta que em alguns países, a luta continua e em outros foram obtidos importantes concessões ou a queda de regimes autoritários. Hoje, observando o respeito dos direitos de liberdade, reunião e expressão, os Governos não podem sufocar o debate público e eventuais críticas, bloqueando o acesso à internet e aos vários meios de comunicação social.

Segundo Ban Ki-moon, este ano foi extraordinário para os direitos humanos, pois foram alcançados novos processos de democratização, progressos na responsabilidade por crimes de guerra e contra a humanidade e atingiu-se uma nova e maior consciência dos direitos humanos.

"Tendo em vista os novos desafios que nos esperam, sigamos o exemplo dos ativistas de direitos humanos, deixemo-nos guiar pelo caráter forte e sempre atual da Declaração Universal e façamos todo o possível para que sejam acolhidos e reconhecidos os ideais e aspirações em favor de cada cultura e de cada pessoa" – conclui a mensagem. (MJ)

Fonte: Rádio Vaticano

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