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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Crescimento dos EUA desacelerou 2% no 3º trimestre

Queda é menor do que o valor esperado; consumo, no entanto, aumentou
 
O PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados Unidos cresceu a um ritmo anual de 2% no terceiro trimestre, cinco décimos a menos que no cálculo inicial, segundo informou o governo nesta terça-feira (22/11).

Entre julho e setembro, a despesa dos consumidores, que nos Estados Unidos representa mais de dois terços do PIB, cresceu a um ritmo anual de 2,3%, um décimo a menos que o calculado inicialmente.

O cálculo desta terça-feira é o segundo dos três que o governo realiza sobre a atividade econômica trimestral e o investimento empresarial, que na estimativa inicial aparecia com um crescimento de 16,3% anual e agora mostra um ritmo de crescimento de 14,8%.

A inflação medida pelo índice de preços em despesas dos consumidores se manteve sem maiores mudanças nos dados revisados.

Nesse trimestre, os avanços nas vendas do varejo, na manufatura e habitação, combinados com uma redução dos estoques, acentuam as probabilidades que a maior economia do mundo retorne a um crescimento mais vigoroso.
 
Entre os fatores adversos que ainda continuam fortes nos EUA, a quase dois anos e meio do fim da recessão mais profunda e longa em oito décadas, estão o alto desemprego e a estagnação dos salários, que restringem a despesa dos consumidores.
 
Fonte: Opera Mundi
 
 

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