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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O mundo perde um visionário: Steve Jobs

(*24-02-1955   + 05-10-2011)



O mundo perdeu na noite da quarta-feira um dos grandes visionários do nosso tempo. Steve Jobs foi a síntese de várias qualidades: criativo, inovador, ousado, grande homem de negócios, empreendedor, brilhante... enfim... poderia acumular mais alguns adjetivos no decorrer desse texto e, mesmo assim, creio que não seria exagero de minha parte. Como creio que não é exagero dizer que o criador do "IMac" e fundador da Apple revolucionou a informática e a tecnologia, legando aos dias atuais uma série de inventos que permeiam o cotidiano das pessoas de forma marcante e quase indispensável. 

Celulares, computadores pessoais, tocadores de Mp3, são hoje itens de uso massivo, integrados quase por completo à essência dos nossos afazeres. Graças ao senso estético de Jobs, as linhas dos aparelhos inovadores que imaginava descreviam para além de uma ideia, também uma pequena obra de arte. Não à toa que sua Apple virou um ícone de imensa força evocativa. Verdadeira grife e sonho de consumo dos amantes da ciência da computação, a empresa da maçã mordida, fundada na juventude com o amigo (o outro Steve) Wosniak, foi um sonho que se tornou verdade e revolucionou a forma como nós lidamos com a informação, a música e com as imagens. Hoje já não podemos mais imaginar o mundo sem tais utensílios: celulares, PC's, etc. 

Steve Jobs, além do mais, criou uma filosofia subjacente ao modo como promovia as mudanças, sem medo, ao anunciar seu novos produtos, moldados como peças de arte tecnológicas. Em sua filosofia a junção de arte e ciência resultava em desejos humanos realizados, em solução para problemas práticos. E o que ninguém imaginava saía do papel (ou da cabeça) para a mesa de trabalho, para a rua, para os ouvidos, para a escola, para as mãos, corações e mentes dos usuários, em qualquer lugar do planeta.

Sua morte nos deixa a sensação de uma perda inestimável. Não sei se veremos ainda um outro homem como ele, com tais preceitos, com tanta ousadia para brindar-nos com sucessivas maravilhas. Jobs foi um Michelangelo, um Da Vinci do nosso tempo. E assim como aqueles, gênios de múltiplos talentos, este também nos revelou a magia e a paixão de criar.


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