Quem sou eu

Minha foto

Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Dream Theater - A Dramatic Turn of Events



A Dramatic Turn of Events

Dream Theater

A Dramatic Turn of EventsRoadrunner/Warner
  • Rolling Stone:
    Whole StarWhole StarWhole StarEmpty StarEmpty Star
Banda perde compositor e colíder, mas se mantém leal a estilo clássico

Depois da inacreditável e repentina saída do baterista Mike Portnoy, muita especulação rolou sobre o futuro som do Dream Theater. A maior surpresa do novo disco – batizado convenientemente de A Dramatic Turn of Events – é que eles continuam firmes em enaltecer suas qualidades, além de seus defeitos também. Os épicos “Bridges in the Sky”, “On the Backs of Angels” e “Lost Not Forgotten” são provas abrangentes do talento do grupo em balancear arranjos dinâmicos e compassos intricados com refrãos e riffs grandiosos. Infelizmente, muitas vezes esse balanço é perdido com longos duelos de guitarra e teclado, certamente pela paradoxal escolha do líder e guitarrista John Petrucci em se autoproduzir nos últimos sete discos. A redenção vem com a ótima “Breaking All Illusions” e seu empolgante senso de conjunto, irradiado pela presença do fenômeno Mike Mangini na bateria. Com o novo integrante, o DT possui novamente um poderoso potencial. Só o que não pode neste momento importante é perder o foco. 

Fonte: Rolling Stone

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Participe do nosso blog, comentando, sugerindo e deixando o seu recado.

Postagens populares

Total de visualizações de página

Páginas