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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ainda indefinido, novo ministro do Esporte chega com ordem de manter distância da Fifa

Sucessor de Orlando Silva Jr. terá de seguir política de distanciamento da Fifa e do COL 

Ricardo Perrone
Em São Paulo (do Uol Esporte)
Antes de escolher o substituto de Orlando Silva Júnior, Dilma Rousseff já tem uma ordem na ponta da língua para o futuro ministro do Esporte. Ele será orientado a manter distância da Fifa e do COL (Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014). Perderá seu tempo se quiser se apresentar como negociador de uma aproximação entre cartolas e Governo Federal.

O titular da pasta vai mudar, mas as diretrizes em relação ao relacionamento com a Fifa continuam as mesmas. Como todos os outros ministros, o substituto de Silva Júnior ouvirá que deve andar com a Lei Geral da Copa embaixo do braço. Nada que não esteja no documento poderá ser concedido à Fifa.

O sucessor terá de brigar no Congresso Nacional para que o texto da Lei Geral, encaminhado pela presidente, não sofra alterações, principalmente se forem encomendadas pela Fifa.

Dilma tinha reservado para o agora ex-ministro a função de aparecer ao lado dela e de Pelé em todos os eventos da Copa, incluindo os jogos. O plano vale também para o sucessor, que não deverá mostrar intimidade com os dirigentes. A linha será a mesma que Dilma segue: Governo Federal e Fifa são parceiros, mas são diferentes no modo de agir.

Para seguir essa orientação da presidente, Silva Júnior se afastou dos cartolas e desagradou à federação internacional. Ele também foi criticado por não abrir um canal de comunicação direto entre os dirigentes e Dilma. Se quiser ter vida longa no cargo, seus substituto não pode nem pensar em tentar abrir as portas do Palácio do Planalto para Teixeira e a “família Fifa”.

Por isso, o COL não deve se animar com o fato de Aldo Rebelo (PCdoB-SP) ser o favorito para o cargo. Ex-presidente da CPI da CBF/Nike e inimigo de Teixeira, o deputado federal se aproximou dos cartolas nos últimos anos. Outro nome forte é sua colega de partido e deputada federal por Pernambuco, Luciana Santos.
 

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