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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vigilantes protestam contra a violência


O Sindicato dos Vigilantes do Maranhão (Sindivig-MA) realizou um ato público, na manhã de ontem, em frente à desativada Biblioteca Pública Benedito Leite, na Praça Deodoro. O movimento foi contra a insegurança pública no estado.
O presidente do Sindivig-MA, Luís Gonzaga Sá, lembrou que só este ano dois vigilantes foram mortos por assaltantes em seus postos de trabalho. “Estamos reféns da marginalidade e vamos lutar contra isso. Os responsáveis pela segurança pública do estado parecem estar com os olhos vendados diante de tanta violência”, disse Luís Gonzaga.
Foto: G. Ferreira
Insegurança, na capital maranhense, levou vigilantes a protestar na Deodoro
O sindicalista informou que em todo o Maranhão há quase sete mil vigilantes. Destes, 3.500 atuam na capital. Luís Gonzaga frisou que a categoria tem sido o alvo maior dos bandidos, que estão matando não só para roubar as pessoas, mas também para levar as armas dos vigilantes que fazem a segurança de bancos, supermercados, lotéricas, shoppings etc.
“Estamos preparando um abaixo-assinado para entregar ao secretário de Segurança, Aluísio Mendes, mostrando a realidade. Até o final do ano estaremos em campanha permanente pelo combate à violência, com atos públicos, passeatas, panfletagens e outras ações de conscientização”, disse o sindicalista.
Utilizando um carro de som, a categoria chamou a atenção dos populares que transitavam pela Praça Deodoro. Também foram distribuídas aos populares tiras de pano preto, em sinal de luto pelos vigilantes vitimados por assaltantes durante o expediente de trabalho.

Fonte: Jornal Pequeno


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