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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sábado, 10 de setembro de 2011

Show do Blind Guardian em São Luís: uma noite memorável

Na noite do aniversário de seus 399 anos (08/09), na casa de shows Patrimônio (que teve sua fachada transformada num castelo cenográfico, com direito a banquete medieval para quem ficou no front stage), São Luís recebeu a banda alemã de power metal Blind Guardian, que com seu som técnico e vigoroso, e suas letras recheadas de temas mitológicos, mostrou porque é um dos maiores expoentes do gênero no mundo. 

O  show faz parte da turnê mundial do Blind Guardian,  chamada de "Sacred Worlds and Songs Divine".

O bom público que esteve presente ao local pôde ouvir grandes sucessos da banda, dentre eles clássicos como "Valhalla", "Lord of The Rings", "Mirror, Mirror", "Imagination from the other side", "Nightfall" , "Bourn in a Morning Hall" e "Majesty". 

A empolgação tomou conta do lugar desde os primeiros acordes da música de abertura, "Sacred Worlds", com um clima de satisfação tomando conta de todos durante as quase duas horas de show. A magistral condução do vocalista Hansi Kursh e a excelente qualidade dos músicos André Olbrich (guitarra), Marcus Siepen (guitarra) e Frederik Ehmke (bateria), coadjuvados por Oliver Holzwarth (baixo) e Michael Schuren (teclado), mostraram a razão pela qual o Blind Guardian tornou-se uma das bandas mais queridas do público brasileiro.

O carisma da banda germânica é surpreendente. Um clima mágico parecia tomar conta do palco e do público, sobretudo diante da presença do talentoso Kursh, que regeu o coro das vozes que o acompanhavam, em perfeita sintonia. Ninguém conseguiu ficar  imune ao som destilado durante a execução das músicas do Guardian. Em "Valhalla", o público cantou o refrão por nada menos de três minutos, à capela, ao final da música. O que mereceu o elogio do próprio Hansi Kursh, que destacou a performance maravilhosa da plateia. Sensacional!

Outro ponto de destaque na grande festa de ontem foi o capricho com a iluminação do palco. Uma das melhores que vimos nos últimos shows que passaram por aqui.

Ao longo de uma maravilhosa noite de rock pesado os fãs do Blind Guardian agitaram e cantaram a plenos pulmões as letras de canções consagradas na sólida carreira do grupo alemão, numa sequência de momentos inesquecíveis. Houve até mesmo um parabéns a você, entoado em homenagem ao guitarrista Marcus Siepen, aniversariante do dia.

A banda fechou o espetáculo com a épica "Lord of the Rings". Enfim, um show que permanecerá na memória do todos durante um longo tempo. Nota 10.


Blind Guardian (Live in São Luís) - Bard's Song

Blind Guardian (Live in São Luís) - Lord of the rings

































Fotos: Manoel Rabelo (Mano Rock)
Vídeos: Rogério Rocha e Manoel Rabelo

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