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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Sueco é preso por tentar criar fissão nuclear no fogão de casa


A polícia prendeu um sueco pela tentativa de quebrar átomos na cozinha de sua casa –praticamente uma bomba atômica caseira. Os experimentos, disse ele nesta quarta-feira, eram apenas um hobby.

Richard Handl, 31, mantinha elementos radioativos –como rádio, amerício e urânio– no edifício onde morava.
Handl explicou que, durante meses, tentou construir um reator nuclear. Em seu blog, ele descrevia como havia criado uma pequena fissão dentro de um fogão.
Só mais tarde o sueco se deu conta que suas tentativas poderiam ser ilegais. Ao questionar o órgão máximo de energia nuclear na Suécia, recebeu como resposta uma denúncia à polícia.
“Sempre fui interessado em física e química”, comentou Handl. Ele acrescentou que queria ver ser era realmente possível dividir átomos em casa.
Por ironia, não deve ser capaz de fritar um ovo!
O sueco pode pegar até dois anos na prisão, embora afirme que a polícia não detectou níveis perigosos de radiação no apartamento.
Preso no fim do mês de julho, ele reconheceu que seu projeto não foi uma das melhores ideias. “De agora em diante, vou ficar com a teoria”, disse.

Fonte: Folha.com

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