Quem sou eu

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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

domingo, 14 de agosto de 2011

Imposições da mídia e a falta de criatividade

Primeiro pegaram um famoso boneco, conhecido por gerações e gerações de cidadãos brasileiros como João Bobo, e deram a ele a alcunha malfadada de João Sorrisão (o que por si só já demonstra a falta total de cratividade de seus "criadores"). Depois forçaram a barra pedindo (ou seria mandando???) que os nossos pobres cabeças de bagre... ops!, quero dizer, os nossos pobres jogadores (que já são bem chegados a modismos tolos) fizessem uma dancinha ridícula e acéfala após marcarem um gol, a fim de ganharem o tal boneco sem graça. Agora, o programa esportivo da Tv Globo, Esporte Espetacular, resolveu mudar as regras da nefasta promoção pedindo - pasmem - que os jogadores sejam mais "criativos" e não reproduzam mais o desmiolado remelexo.


Tal episódio serve para mostrar o quanto algumas pessoas são comandadas (eis o termo) por imposições midiáticas, reduzidas a meros fantoches, padronizando-se não apenas seus gostos e necessidades de consumo, mas, o que é pior, seus próprios comportamentos. Tudo em prol de alguns segundos a mais de exposição na telinha. 

O espírito da promoção casa bem com o atual estágio do nosso futebol, onde justamente o que mais tem faltado é imaginação, brilho, criatividade. Lamentável!

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