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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Rivalidade Brasil x Estados Unidos no voleyball da Liga Mundial


Jogos deste final de semana, em Belo Horizonte-MG, valem a liderança do grupo A na Liga Mundial


Do Ig Esporte

O duelo entre Brasil e Estados Unidos no vôlei é carregado de rivalidade.  Os jogos deste final de semana entre as duas seleções, em Belo Horizonte-MG, valem a liderança da chave.
Para o ponteiro Murilo, as partidas contra os Estados Unidos serão as mais complicadas da primeira fase para a equipe verde-amarela, principalmente por causa do histórico entre os times.

"A seleção norte-americana é muito forte taticamente, joga a partida inteira no mesmo padrão e comete poucos erros", acrescentou o ponteiro brasileiro, que estreou na Liga Mundial deste ano no embate contra a Polônia, no último final de semana."Tem tudo para ser nosso confronto mais difícil na primeira fase, não porque o time dos Estados Unidos seja melhor do que o da Polônia, mas pela grande rivalidade que existe", disse Murilo, que esteve presente na campanha do vice-campeonato olímpico em 2008, contra os norte-americanos.
Em uma análise da equipe dos Estados Unidos, o técnico Bernardinho apontou o saque como a arma mais poderosa dos próximos adversários.
"A seleção dos Estados Unidos possui dois excepcionais sacadores: o Stanley, principalmente, e o Priddy. Neste aspecto, tivemos um bom teste no último final de semana, contra a Polônia, quando tivemos que lidar com o potente saque do Kurek em alguns momentos dos jogos", disse.
Pela terceira rodada da Liga Mundial, Brasil e Estados Unidos se enfrentam neste final de semana, em Belo Horizonte. A primeira partida será neste sábado, às 10h. As equipes voltam à quadra no dia seguinte, a partir das 9h30.

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