Quem sou eu

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Me chamo Rogério Rocha. Sou maranhense da cidade de São Luís, mas na verdade me sinto um cidadão do mundo. Sou pós-graduado em Direito Constitucional (Universidade Anhanguera-Uniderp-LFG), pós-graduado em Ética (IESMA), Graduado em Filosofia e Direito (UFMA), mestrando em Criminologia na Universidade Fernando Pessoa (Porto/Portugal). Atualmente sou Servidor do Poder Judiciário do meu estado. Exerci a advocacia durante 6 anos de minha vida,atuando nas áreas de Direito Civil (Família), Direito do Trabalho e do Consumidor. Fui professor do CEFET- MA (atual IFMA) por 2 anos, período em que lecionei tanto para o ensino médio quanto para os alunos de áreas técnicas as disciplinas de Sociologia, Filosofia e Metodologia do Trabalho Científico. Escrevo poesias desde os 12 anos de idade. Homem livre e de bons costumes, amante da música, da arte, da história e de viagens. Obs.: Postgraduate in Constitutional Law (University Anhanguera-Uniderp-LFG), Postgraduate in Ethics (IESM), graduated in Philosophy and Law (College); Public Server at Judiciary Power, Teacher, Poet.

sábado, 4 de junho de 2011

A magia do bumba-meu-boi do Maranhão




Máscara do Cazumbá


Índia do Bumba-boi de Orquestra


Brincantes do Boi de sotaque de Matraca


Reunião de bois na festa de São Pedro

bumba_boi
Amos do Boi

Caboclo de pena


Boi da Maioba



Boi de Maracanã



Boi Barrica



Os sotaques


"No auto tradicional da brincadeira - a comédia -, em meio a um enredo de temática
rural, que mistura boi, amo, vaqueiros, rapazes e índios, situa-se como um ser fantástico que assusta Pai Francisco quando este rouba o boi para lhe tirar a língua e satisfazer o desejo de grávida de sua mulher, Catirina.

  Atualmente, no ritual da festa da morte do boi de alguns grupos, o Cazumbá ajuda Nego Chico a matar o novilho.
  
Dos mascarados do bumba-meu-boi, esses dois se destacam como os responsáveis pelo sacrifício, no faz-de-conta teatral de sangrar o animal e dividir seu sangue - vinho tinto - entre os participantes dessa encenação, envolvidos em contraditória mistura de alegria e tristeza.
  
(...)

  Hoje o cazumbá vem na frente dos conjuntos, abrindo caminho em meio assistência para o boi passar e se apresentar mais à vontade, além de assumir um cunho humorístico, pois faz graça para o pessoal, procurando envolver principalmente as crianças. Exerce também liderança dentro e fora da roda do boi, estando sempre vigilante a tudo que acontece".  (pg. 6 e 7)


"A máscara confere autoridade, autentica, legitima o ato ritualizado; também reafirma o 

indivíduo, sua tradução enquanto agente articulador e, principalmente, comunicador". (pg. 10)

Fonte: LODY, Raul. Cazumbá: máscara e drama no boi do Maranhão. Rio de Janeiro: FUNARTE/CNFCP, 1999.


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